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Diversos sites de notícias atribuíram a queda de 1,6% das ações da empresa ao “efeito CR7”, mas o movimento foi aparentemente temporário
Quem nunca aconselhou aquele familiar ou amigo a fazer escolhas alimentares mais saudáveis? Eu mesma já pedi diversas vezes para que os meus pais não consumam tanto refrigerante.
Mas uma coisa são as sugestões que uma repórter razoavelmente desconhecida e com pouco poder de influência faz na privacidade do lar. Outra é o gesto de um dos jogadores mais famosos da atualidade em uma entrevista assistida por milhares de pessoas.
Foi exatamente isso que aconteceu durante uma coletiva de imprensa da Eurocopa na última segunda-feira (14). Cristiano Ronaldo, astro da seleção Portuguesa e jogador da Juventus, se preparava para começar a falar quando retirou duas garrafas de Coca-Cola da mesa à sua frente
Como se não bastasse esconder o produto de um dos patrocinadores oficiais do torneio, CR7 ainda pegou uma garrafa de água e deu a entender que aquela seria a bebida mais indicada.
Qual o prejuízo do gesto para a marca do refrigerante mais popular do planeta? Os sites de notícias se apressaram e logo atribuíram a queda de 1,6% das ações da Coca-Cola nas mínimas do dia ao “efeito CR7”, o que representa uma perda de US$ 4 bilhões na bolsa.
Se o movimento com as ações de fato teve relação com o jogador, ele foi temporário. Os papéis recuperaram boa parte das perdas e fecharam o pregão em queda de apenas 0,25%. Agora no “after hours”, inclusive, as ações estão em leve alta.
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Seja como for, uma rejeição pública por uma personalidade como Cristiano Ronaldo sem dúvida provoca um estrago na imagem de qualquer companhia — e com a Coca-Cola não é diferente.
Esse não é o primeiro ataque direto do craque português à empresa. No ano passado, Cristiano Ronaldo já havia deixado escapar o que pensa sobre seus produtos ao comentar a alimentação de seu filho mais velho.
"Sou duro com ele, às vezes, porque ele bebe Coca-Cola e Fanta. Eu fico irritado com ele quando ele come batata frita e tudo o mais, e ele sabe que eu não gosto. Até meus filhos menores, quando eles comem chocolate, sempre olham para mim", disse na época.
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
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