A paquera que agrada a Nasdaq: Bumble salta 85% em estreia, após IPO de US$ 2,2 bi
Empresa chega ao mercado avaliada em US$ 8 bilhões, depois de crescer no ano passado com as pessoas em isolamento social por causa da pandemia

As ações do aplicativo de relacionamentos Bumble, concorrente do Tinder, estrearam em alta nesta quinta-feira (11), após a companhia levantar US$ 2,2 bilhões na oferta pública inicial (IPO).
Os papéis da companhia (BMBL) chegaram a subir 85% na Nasdaq, fechando o dia com uma alta de 63,5%, negociados a US$ 70,31. Veja como foi esta quinta para os mercados na cobertura do Seu Dinheiro.
No IPO, a empresa vendeu cinco milhões de ações a US$ 43 cada, superando a faixa de preço definida pela companhia - que era de US$ 37 a US$ 39 e que já havia sido aumentada por conta da demanda dos investidores (era entre US$ 28 e US$ 30).
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O Bumble chega ao mercado avaliado em US$ 8 bilhões, depois de crescer no ano passado com as pessoas em isolamento social por causa da pandemia. A companhia tinha 42 milhões de usuários ativos por mês ao final de setembro, um aumento de 22% em relação ao ano anterior.
À época, aproximadamente 2,4 milhões eram membros pagantes do Bumble, segundo a própria empresa. A companhia espera ter gerado até US$ 541,5 milhões em receita em 2020, um aumento de 11% na base anual.
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Fundado em 2014 pela atual CEO, Whitney Wolfe Herd, o Bumble se denomina um aplicativo de relacionamentos women-first - o app permite que as mulheres deem o primeiro passo na conversa, após o match. A conversa deve ser iniciada em até 24 horas após combinação.
O Bumble também opera o Badoo. Os dois aplicativos têm juntos mais de 40 milhões de usuários ativos mensais. Ambos são concorrentes do Tinder - cujo dono, o Match Group, opera o Match.com, OkCupid e Hinge.
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