O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Disponíveis agora em modelos de 14 e 16 polegadas, os dispositivos prometem um processamento ainda mais potente do que os antecessores
Os fãs de dispositivos com a famosa maçã mordida começaram bem a semana. A Apple apresentou nesta segunda-feira (18) seus lançamentos ao mercado, incluindo os aguardados novos modelos de MacBooks Pro e AirPods.
A grande estrela do evento, transmitido ao vivo pelo YouTube, foram os novos computadores da marca. Disponíveis agora em modelos de 14 e 16 polegadas, os dispositivos prometem um processamento ainda mais potente com duas evoluções do chip M1, desenvolvido pela própria companhia.
Segundo a Apple, os chips M1 Pro e M1 Max são até 70% mais velozes do que o antecessor M1, que chegou ao mercado no ano passado. Eles incluem ainda o acelerador ProRes, voltado ao processamento profissional de vídeos.
O primeiro, disponível nas opções de 14 e de 16 polegadas, conta com CPU de até 10 núcleos, GPU de até 16 núcleos e o dobro da performance da versão M1. A memória RAM unificada é de 16 GB, mas pode chegar a 32 GB em modelos mais caros.
O M1 Max, por sua vez, é, de acordo com a Apple, “o mais poderoso chip em um notebook profissional”. Para acessar a tecnologia, no entanto, é preciso adquirir uma das versões de 16 polegadas do computador.
A CPU também é de 10 núcleos, com GPU de 32 e performance gráfica até quatro vezes superior à do antecessor. A memória RAM do chip é 32 GB, com expansão de até 64 GB por um custo adicional
Leia Também
A tela também mudou e ganhou um detalhe presente nos últimos modelos de iPhone: um entalhe para abrigar a câmera e permitir um melhor aproveitamento do espaço frontal. A atualização marca ainda a volta do carregador magnético MagSafe, e conta com três portas do tipo Thunderbolt 4, uma entrada HDMI e um leitor de cartões SD.
Tudo isso, é claro, tem um preço para o consumidor. Veja abaixo quanto devem custar os novos modelos no Brasil.
Outra novidade do evento foi o lançamento da terceira geração de AirPods. Conforme antecipado por sites e blogs especializados, os fones de ouvido sem fio da Apple ganharam um design mais próximo ao da variante Pro, com melhorias no encaixe e conforto para o usuário.
Além do visual, os sensores de comando já presentes na versão mais cara do dispositivo — que permitem pausar, pular, avançar ou voltar músicas sem precisar pegar o celular — estão presentes na nova geração.
Quanto à performance no som, as tecnologias de áudio espacial e Dolby Atmos prometem músicas "mais realistas" e uma experiência imersiva.
A bateria do dispositivo também foi atualizada e, segundo a Apple, deve durar por até seis horas de uso contínuo — uma a mais do que a versão anterior — ou 30 horas com o carregamento completo do case.
A pré-venda para o produto começa ainda hoje nos Estados Unidos, e os primeiros compradores receberão o produto já na próxima semana. No Brasil, os AirPods devem estar disponíveis até o final do ano, por R$ 2.399.
Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3