O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Analistas reduzem recomendação para papéis a neutro, citando a questão da interferência estatal no reajuste das tarifas
A decisão das autoridades regulatórias do Paraná de autorizar um reajuste menor que o esperado das tarifas de serviços da Sanepar (SAPR11), decidido no ano passado, continua repercutindo negativamente entre os analistas que acompanham a empresa.
Depois de o Credit Suisse recomendar a venda dos papéis, a XP Investimentos decidiu rebaixar as units da companhia de saneamento estatal de compra para neutro, estabelecendo um novo preço-alvo – de R$ 24,50, abaixo dos R$ 30,00 anteriores.
Segundo os analistas Gabriel Francisco e Maira Maldonado, a decisão da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar) justifica que as ações sejam negociadas com um desconto em relação aos pares do setor e aos níveis históricos.
As units da Sanepar fecharam hoje em queda de 1,31%, a R$ 21,80.
No final do ano passado, a Agepar redefiniu o reajuste anual da tarifa de água e esgoto da Sanepar, que estava suspenso desde setembro, em 5,11%.
O problema é que ele ficou abaixo do que a própria Agepar tinha definido em agosto, uma alta de 9,62%. Este reajuste estava previsto para começar em outubro, mas o governo do Paraná suspendeu sua aplicação em setembro.
Leia Também
Para reduzir o reajuste da tarifa, a Agepar excluiu provisoriamente a parcela do diferimento referente à revisão tarifária periódica de 2017, que era de 3,4439%. Essa porcentagem corresponde à quarta parcela da recomposição do congelamento tarifário ocorrido entre 2005 e 2010.
A autarquia também substituiu o Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M) pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para realizar os reajustes.
“A nosso ver, os anúncios acima mencionados resumem o enorme grau de incertezas e a precariedade do ambiente regulatório que a Sanepar está inserida, e que tornaram praticamente inviável qualquer tese de investimentos nas ações”, diz trecho do relatório da XP Investimentos.
Os analistas avaliam que a situação permitiria que a recomendação fosse direto para venda, mas que não tomaram tal atitude porque os problemas que identificaram no processo de revisão tarifária ainda podem ser endereçados pela Agepar.
Eles citam o fato de que a consulta pública para o processo de revisão tarifária (que estabelece a metodologia para a realização dos reajustes) continuará até 17 de fevereiro e as tarifas finais serão implementadas em maio de 2021. Esta situação representa um potencial de alta para as ações, que acumulam queda de 18,96% desde o anúncio do regulador.
Ainda assim, eles afirmaram que não podemos mais confiar na estabilidade do ambiente regulatório da Sanepar.
As mudanças na estatal ocorrem por conta das eleições de outubro, já que quem for se candidatar precisa deixar os cargos no Executivo até hoje (4)
Gestora carioca escreveu carta aberta à operadora de saúde, com críticas à reeleição do Conselho e sua alta remuneração ante os maus resultados da empresa
Montadora de carros elétricos do bilionário Elon Musk têm números abaixo das expectativas em meio a redirecionamento de negócios
Mineradora mais que dobra reservas e segue entregando, mas banco afirma que boa parte da história já está no preço
Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”