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2021-10-14T05:51:59-03:00
PALAVRA DO CEO

Como a tecnologia pode ajudar a identificar problemas na cadeia de abastecimento

Solução vem à tona em um momento no qual mundo atravessa grave crise na cadeia de suprimentos

14 de outubro de 2021
5:35 - atualizado às 5:51
Varejo tecnologia
Imagem: Shutterstock

A cadeia de suprimentos não pode parar. Se isso acontece, não há fornecimento de mercadorias, as lojas não são abastecidas e os consumidores não acham os produtos, o que pode até manchar a imagem de uma marca.

Dessa constatação, surgiu a necessidade de se buscar soluções para otimizar a eficiência e o funcionamento de todas as operações – da produção ao consumo. Para agilizar o processo e diminuir as etapas e despesas, é fundamental que a cadeia de suprimentos seja mais bem estruturada e eficaz.

Quando o cliente não encontra o produto na gôndola, ele o busca em outra loja ou muda de marca. Ou seja, gera prejuízo para a indústria e para o varejo. Isso é sinal de que há um problema por trás de todo o funcionamento entre os elos da cadeia que precisa ser resolvido.

Tecnologia e inteligência artificial como aliadas

Para aperfeiçoar o aproveitamento das informações em tempo real é necessário investir em soluções tecnológicas. Quando há otimização, há melhoria. A tecnologia e a inteligência artificial já são grandes aliadas do dia a dia, e sua importância deve crescer ainda mais nos próximos anos.

Entre os benefícios que o bom uso da tecnologia pode trazer para a cadeia de suprimentos, destacam-se: agilidade na solução de problemas, tomada de decisão mais precisa, monitoramento das etapas, gestão de estoque, produtividade e redução de custos.

Ferramenta identifica produtos com problemas de abastecimento

Nesse sentido, a Neogrid desenvolveu o VIU, ferramenta de solução de visibilidade para o mercado. A solução utiliza algoritmos para identificação dos produtos com problemas de abastecimento, dentro dos conceitos de OSA/ISV, e recomenda ações para evitar que o produto falte para o consumidor final. Os modelos matemáticos enriquecem os indicadores, trazendo resultados sem a necessidade de parametrização.

O sistema baseia-se nos dados das empresas para gerar indicadores para as organizações identificarem oportunidades de negócio e diminuírem os riscos de perdas de vendas e rupturas.

A partir dos dados do varejo, o sistema sinaliza as oportunidades na cadeia de abastecimento do varejo e da indústria. Os dados indicam como a indústria pode apoiar seus distribuidores a seguirem o plano de negócios traçado. Ou seja, é um processo colaborativo.

IA permite alinhar estratégias, antecipar cenários e evitar prejuízos

Com a inteligência artificial, plataformas como o VIU realiza análises avançadas e transforma milhões de dados em informações, que são consolidadas em seu sistema. São gerados relatórios e gráficos sobre a movimentação de consumo e estoques, abastecimento, entre outros. E, então, é possível alinhar as estratégias, antecipar cenários, evitar prejuízos e ter mais resultados positivos.

O Trade Marketing é um conjunto de estratégias de empresas para empresas (B2B), que mistura vendas e marketing para desenvolver e fomentar a relação da indústria com os consumidores no varejo (B2C).

Seus indicadores são parâmetros fundamentais para analisar os hábitos e as preferências dos clientes e melhorar, a partir de dados reais, os serviços prestados, tais como o direcionamento de uma reposição precisa e eficaz das gôndolas, a visita de promotores e a verificação de preços, avaliando, entre outras coisas, se estão condizentes com os da região e concorrência. Trata-se de um acompanhamento mais presencial e manual.

Por outro lado, o Trade Force possibilita o acompanhamento ao vivo das tarefas das equipes em campo por meio da tecnologia. Um exemplo são os dashboards, aqueles painéis visuais com informações, métricas e indicadores da empresa. Neles estão os números considerados importantes para a empresa na estratégia de negócio e no alcance dos objetivos organizacionais.

Evolução contínua

A tecnologia nunca para de evoluir. Não há limite para as inovações que podem surgir na cadeia de suprimentos. Quanto mais investimento em soluções tecnológicas e digitais, mais significativos e rápidos são os resultados.

A pandemia acelerou alguns processos de digitalização. Os líderes que já estavam automatizados seguem pesquisando novas tecnologias e aqueles que ainda estavam aguardando a consolidação da tendência estão investindo nessa evolução.

Acompanhar e investir em novas tecnologias para seu negócio pode ser o diferencial para atingir objetivos e conquistar um lugar de destaque entre os concorrentes.

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