O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os mercados domésticos ficaram hoje divididos sob a influência de acontecimentos distintos, o que resultou em um comportamento geral incomum: tudo caiu.
O Ibovespa perdeu o patamar dos 120 mil pontos e fechou em queda, na contramão das bolsas americanas, animadas pela posse do novo presidente Joe Biden e a nova fornada de estímulos fiscais que isso provavelmente representa.
A preocupação com os investidores é o risco fiscal, com o possível retorno de estímulos por aqui, dado que as incertezas relativas à vacinação contra o coronavírus ainda são muitas.
Já o dólar surfou a onda azul dos Estados Unidos e teve um dia de alívio com a entrada de investimentos estrangeiros.
Os juros, por sua vez, fecharam em queda, influenciados pela iminência da decisão sobre a Selic pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central.
Agora à noite, o Copom decidiu manter a taxa básica de juros em 2%, mas derrubou o tal do forward guidance, uma espécie de adiantamento sobre o que esperar para o futuro próximo, que reafirmava que os juros ainda se manteriam baixos por um bom tempo.
Leia Também
O instrumento, muito utilizado em países desenvolvidos, durou pouco por aqui, porque a inflação começou a pressionar e a perspectiva já é de recuperação econômica. A “volta à normalidade” foi o que aliviou os juros futuros.
Na sua matéria de mercados, a Jasmine Olga detalha tudo que pautou as negociações de hoje e o resultado dos principais indicadores e ações.
• Um dos principais nomes do pacote de ações “fique em casa”, que ganhou força durante a pandemia, a Netflix registrou resultado robusto no quarto trimestre, levando seus papéis a subirem mais de 15% nos Estados Unidos.
• Você está pronto para a temporada de balanços do quarto trimestre, que começa daqui a alguns dias? Para ajudar, o BTG Pactual divulgou relatório com projeções para os resultados no período. Veja o que o banco espera.
• As incorporadoras Gafisa, Tenda, Plano&Plano e RNI divulgaram suas prévias operacionais do quarto trimestre e do ano de 2020. Confira os números de cada uma delas.
• Depois de quase três meses longe dos holofotes, gerando especulações sobre seu paradeiro após as críticas que fez ao governo chinês, o fundador do Alibaba, Jack Ma, fez sua primeira aparição pública.
• O governo federal lançou hoje o Balcão Único, um projeto que promete simplificar o processo de abertura de empresas. Segundo o Ministério da Economia, o processo é digital e leva apenas um dia, sem necessidade de percorrer vários órgãos públicos.
• Com a saída de Donald Trump e a chegada de Joe Biden à Casa Branca, os exportadores brasileiros continuam preocupados, mas o motivo das tensões mudou um pouco. Para especialistas, a política ambiental do governo Bolsonaro, reprovada pelo democrata, pode estremecer as relações com os EUA.
• Na sua coluna de hoje, Felipe Miranda vai direto ao ponto, sem frescuras, nem papas na língua. Ele dá suas opiniões sobre algumas ações que andam chamando a atenção do mercado ultimamente. Recomendo a leitura!
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite", a newsletter diária do Seu Dinheiro. Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
Com a chegada da gestora Patria no segmento de shopping centers, o fundo Patria Malls (PMLL11) ganhou nova roupagem e tem um bom dividend yield. Entenda por que esse FII é o mais recomendado do mês de maio
Entre previsões frustradas, petróleo volátil e incerteza global, investidores são forçados a conviver com dois cenários opostos ao mesmo tempo
Na seleção da Ação do Mês, análise mensal feita pelo Seu Dinheiro com 12 bancos e corretoras, os setores mais perenes e robustos aparecem com frequência
Veja como deve ficar o ciclo de corte de juros enquanto não há perspectiva de melhora no cenário internacional
O quadro que se desenha é de um ambiente mais complexo e menos previsível, em que o choque externo, via petróleo e tensões geopolíticas, se soma a fragilidades domésticas
Odontoprev divulga seu primeiro balanço após a reorganização e apresenta a BradSaúde em números ao mercado; confira o que esperar e o que mais move a bolsa de valores hoje
Fiagros demandam atenção, principalmente após início da guerra no Irã, e entre os FIIs de papel, preferência deve ser pelo crédito de menor risco
Na abertura do livro O Paladar Não Retrocede, Carlos Ferreirinha, o guru brasileiro do marketing de luxo, usa o automobilismo para explicar como alto padrão molda nossos hábitos. “Após dirigir um carro automático com ar-condicionado e direção hidráulica, ninguém sente falta da manivela para abrir a janela.” Da manivela, talvez não. Mas do torque de um supercarro, […]
Para ser rico, o segredo está em não depender de um salário. Por maior que ele seja, não traz segurança financeira. Veja os cálculos para chegar lá
Para isso, a primeira lição é saber que é preciso ter paciência pois, assim como acontece na vida real (ou deveria acontecer, pelo menos), ninguém começa a carreira como diretor
Entenda como a Natura rejuvenesceu seu negócio, quais os recados tanto do Copom quanto do Fed na decisão dos juros e o que mais afeta o seu bolso hoje
Corte já está precificado, mas guerra, petróleo e eleições podem mudar o rumo da política monetária
Entenda por que a definição da Selic e dos juros nos EUA de hoje é tão complicada, diante das incertezas com a guerra e a inflação
A guerra no Irã pode obrigar a Europa a fazer um racionamento de energia e encarecer alimentos em todo o mundo, com aumento dos preços de combustíveis e fertilizantes
Guerras modernas raramente ficam restritas ao campo militar. Elas se espalham por preços, cadeias produtivas, inflação, juros e estabilidade institucional
Entenda o que esperar dos resultados dos maiores bancos brasileiros no 1T26; investidores estarão focados nos números que mais sofrem em ciclos de crédito mais apertado e juros maiores
Governo federal corta apoio a premiação internacional e engrossa caldo do debate sobre validade do Guia Michelin
Mesmo sem saber se o valor recebido em precatórios pela Sanepar será ou não, há bons motivos para investir na ação, segundo o colunista Ruy Hungria
A Sanepar não é a empresa de saneamento mais eficiente do país, é verdade, mas negocia por múltiplos descontados, com possibilidade de início de discussões sobre privatização em breve e, quem sabe, uma decisão favorável envolvendo precatório
Aprenda quais são as estratégias dos ricaços que você pode copiar e ganhar mais confiança na gestão do seu patrimônio