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Quem será o novo Magazine Luiza? Essa pergunta virou quase um clichê no mercado depois que a varejista se tornou um dos maiores casos de sucesso da bolsa, com uma valorização de quase 35.000% desde dezembro de 2015.
Entre o antigo modelo de lojas de rua e o promissor varejo online, o segredo da empresa — se é que podemos apontar um único fator — foi apostar nos dois. A companhia ainda aproveitou o ano de crise para se reforçar com várias aquisições.
Ou seja, pelo menos por enquanto o novo Magazine Luiza é o próprio Magalu. É claro que as concorrentes não ficaram para trás. Ou melhor, ficaram, mas nos últimos anos acirraram a competição no setor para tentar diminuir essa vantagem.
Dona das Casas Bahia e Ponto Frio, a Via Varejo passou por um teste de fogo ao ser pega na pandemia no meio de um processo de reestruturação depois que o empresário Michael Klein voltou a dar as cartas na companhia.
Quem também anunciou recentemente os planos de integrar de vez o varejo online e as lojas físicas foi a Lojas Americanas, dona da B2W — dos sites Submarino e Americanas.com. É sempre bom lembrar que a empresa tem por trás ninguém menos que o trio Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira.
Como todos esses movimentos se refletiram na corrida das gigantes do varejo? Saberemos as respostas nesta semana, com a divulgação dos balanços do quarto trimestre e de 2020. Saiba o que esperar para cada uma delas nesta matéria do Ivan Ryngelblum.
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MERCADOS
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EMPRESAS
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ECONOMIA
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