O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O mercado financeiro é como uma criança teimosa: aprende pela dor. No começo do ano passado, aos primeiros sinais de que um novo coronavírus se espalhava com velocidade nunca vista antes pela cidade chinesa de Wuhan, foram poucos os investidores que se deram conta do perigo.
O pânico só chegou de verdade ao mercado financeiro quando o surto da covid-19 atingiu o norte da Itália — e logo depois o resto do mundo. A falta de atenção doeu fundo no lugar mais sensível para qualquer investidor: o bolso.
Assim como a criança travessa que só aprende a não brincar com fogo depois que se queima, o mercado não soube lidar com a crise de saúde porque nunca teve de lidar com uma situação semelhante.
Agora, quando a dor é conhecida, aquele instinto de autodefesa costuma falar mais alto. No jargão financeiro, esse sentimento é chamado de “aversão a risco”, e foi despertado com o iminente calote da gigante chinesa Evergrande.
O caso da empresa que atua principalmente no ramo imobiliário despertou os temores de que estamos prestes a viver uma versão chinesa da crise financeira de 2008.
Não foi por acaso, portanto, que o dólar subiu e o Ibovespa fechou em queda de mais de 2% no pregão de ontem.
Leia Também
O mercado viu a fumaça subindo pela panela e logo ficou com medo de se queimar. Ou como diz a sabedoria popular, cachorro mordido de cobra tem medo de linguiça.
Como praticamente tudo relacionado à China, o caso Evergrande segue envolto em muita incerteza, por mais que os “especialistas” no setor imobiliário chinês que brotaram nas redes sociais nos últimos dias digam o contrário.
Na coluna de hoje, o Matheus Spiess faz uma análise detalhada das ameaças — reais e exageradas — vindas da China e traz os impactos para os seus investimentos.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Recuperação após Evergrande deve mexer com bolsa, em dia de debate sobre precatórios no Brasil. Cautela deve predominar nos mercados até a "Super Quarta" dos Bancos Centrais, mas alta da bolsa de Hong Kong traz algum alívio aos negócios.
RENDA FIXA
Por que a Evergrande derruba o Ibovespa, mas alivia o mercado de juros. Desempenho é oposto ao que se poderia esperar quando há pânico no mercado, diz especialista; contratos DIs para janeiro de 2022 caíram na B3 ontem.
AMPLIAÇÃO DOS NEGÓCIOS
Cosan (CSAN3) paga R$ 1,5 bilhão por fatia na Radar. Companhia já detinha uma participação na gestora de propriedades agrícolas; após a conclusão da operação e uma reorganização societária, a Cosan será dona de mais de 50% do capital.
OFERTA DE AÇÕES
Environmental ESG, da Ambipar, busca IPO de R$ 3 bilhões para dar gás às aquisições. Preço da faixa indicativa está entre R$ 15,50 e R$ 20,50; após IPO, 43,8% do capital social estará em circulação no mercado com as ações.
RUÍDO POLÍTICO
Congresso não participou de debate sobre aumento no IOF, revela presidente da Câmara. Arthur Lira também declarou que quer avançar com a reforma administrativa e uma solução para a questão dos precatórios ainda nesta semana.
NA ONDA DO MINÉRIO
Mercado Livre (MELI34) ultrapassa Vale (VALE3) e se torna a empresa mais valiosa da América Latina. A gigante de comércio eletrônico argentina conquistou o posto após a mineradora brasileira perder R$ 43,6 bilhões em valor de mercado na última semana.
EX-ODEBRECHT
Novonor diz que ainda não decidiu modelo de venda de participação na Braskem. Manifestação ocorreu depois de questionamento da CVM sobre plano da empresa para se desfazer de ações da petroquímica na bolsa.
Crise na Venezuela e captura de Maduro expõem a fragilidade da ordem mundial pós-1945, com EUA e China disputando influência na América Latina
A construtora Direcional (DIRR3) recebeu três recomendações e é a ação mais indicada para investir em janeiro; acompanhe também os efeitos do ataque no preço da commodity
O ano novo bate mais uma vez à porta. E qual foi o saldo das metas? E a lista de desejos para o ano vindouro?
China irá taxar importação de carne, o que pode afetar as exportações brasileiras, mercado aguarda divulgação de dados dos EUA, e o que mais você precisa saber para começar o ano bem-informado
Da Cogna (COGN3) , que disparou quase 240%, à Raízen (RAIZ4), que perdeu 64% do seu valor, veja as maiores altas e piores quedas do Ibovespa no ano de 2025
Conheça a história da Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME) e do Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), e quais são seus planos para ajudar ainda mais mulheres
A definição de “surpresa”, neste escopo, se refere a um evento para o qual o consenso de mercado atribui uma probabilidade igual ou inferior a 33%, enquanto, na nossa opinião, ele goza de uma chance superior a 50% de ocorrência
Itaú Unibanco (ITUB4) manteve-se na liderança, e o Banco do Brasil (BBAS3). Veja como se saíram também Bradesco (BBDC4) e Santander Brasil (SANB11)
Mesmo em um cenário adverso, não surpreende que o segmento em destaque tenha encerrado 2025 como o segundo que mais se valorizou dentro do universo de FIIs
Em um ano em que os “grandes times”, como o bitcoin e o ethereum, decepcionaram, foram os “Mirassóis” que fizeram a alegria dos investidores
Como fazer previsões é tão inevitável quanto o próprio futuro, vale a pena saber o que os principais nomes do mercado esperam para 2026
De Trump ao dólar em queda, passando pela bolha da IA: veja como o ano de 2025 mexeu com os mercados e o que esperar de 2026
A movimentação das bolsas na semana do Natal, uma reportagem especial sobre como pagar menos imposto com a previdência privada e mais
O mercado não está olhando para a exaustão das minas de minério de ferro — esse dado pode impulsionar o preço da commodity e os ganhos da mineradora
Se as projeções da Rio Tinto estiverem corretas, a virada da década pode começar a mostrar uma mudança estrutural no balanço entre oferta e demanda, e os preços do minério já parecem ter começado a precificar isso
Pagar menos impostos e dividir os bens ainda em vida são algumas vantagens de organizar o patrimônio em uma holding. E não é só para os ricaços: veja os custos, as diferenças e se faz sentido para você
Mesmo com a rejeição elevada, muito maior que a dos pares eventuais, a candidatura de Flávio Bolsonaro tem chance concreta de seguir em frente; nem todas as candidaturas são feitas para ganhar as eleições
Assim como as pessoas físicas, os grandes bancos também têm mecanismos para diminuir a mordida do Leão. Confira na matéria
Chile, assim como a Argentina, vive mudanças políticas que podem servir de sinal para o que está por vir no Brasil. Mercado aguarda ata do Banco Central e dados de emprego nos EUA
Não por acaso, ganha força a leitura de que o Chile de 2025 antecipa, em diversos aspectos, o Brasil de 2026