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Em maio de 1997, a Vale do Rio Doce passou ao controle da iniciativa privada por R$ 3,3 bilhões. Passados quase 25 anos da privatização, aquela participação de pouco mais de 40% que era da União vale algo como R$ 250 bilhões.
Dizer que o governo vendeu barato é ser engenheiro de obra pronta. É preciso levar em consideração que a mineradora seria beneficiada anos mais tarde por um megaciclo de alta do preço das commodities graças à demanda chinesa.
A privatização também tornou a empresa mais eficiente, o que ajudou a valorizar as ações na bolsa. Por outro lado, não impediu que ocorressem atrocidades como a mudança que tirou o “Rio Doce” do nome da companhia em 2007.
Mas nenhuma besteira de marketing supera as tragédias de Mariana e Brumadinho. Além das irreparáveis perdas de vidas, os rompimentos das barragens tiveram um enorme custo financeiro e de reputação para a Vale.
Após um merecido inferno astral, as ações da mineradora ressurgiram graças à disparada dos preços das commodities, incluindo o minério de ferro. Nos últimos 12 meses, a valorização acumulada é de 155%, quase três vezes mais que o Ibovespa.
Será que, após a alta recente, ainda vale a pena investir de novo nas ações na bolsa? O nosso colunista Matheus Spiess traz hoje uma análise bem completa das perspectivas para a mineradora.
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Após o aguardado e bem-sucedido IPO da unidade de mineração, a CSN oficializou a intenção de abrir o capital na B3 da sua unidade de cimentos. Todo o dinheiro captado irá para o caixa da empresa. Saiba mais sobre a operação.
O ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse que a privatização da Eletrobras é “essencial, necessária para o consumidor brasileiro” e destacou como benefício a potencial redução das tarifas de energia elétrica. Confira mais detalhes da entrevista.
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