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A bolsa brasileira começou 2021 com o pé direito, como se quisesse expurgar toda a zica do ano passado. Na primeira semana do ano, o Ibovespa renovou recordes e registrou novas máximas históricas intradiárias e de fechamento. Mas da segunda semana em diante, o tempo mudou.
Os recuos semanais que se sucederam mostravam que os investidores, antes otimistas com o início da vacinação contra o coronavírus, talvez estivessem baixando um pouco as expectativas e caindo na real.
Sim, é verdade que o horizonte hoje está bem mais iluminado que antes do desenvolvimento dos imunizantes. Mas ainda há um longo caminho pela frente, e ele não será sem percalços, como os desafios às campanhas de vacinação no Brasil e no mundo evidenciam. E, enquanto isso, o vírus continua a avançar.
Assim, o Ibovespa terminou janeiro com desempenho negativo, e o dólar fechou em alta. O risco fiscal, que havia ficado um pouco de lado pela empolgação com as vacinas, voltou a preocupar, à medida que a imunização da população se mostra mais complicada que o esperado.
A Jasmine Olga conta, nesta matéria, tudo que afetou os mercados hoje e durante esta última semana de janeiro.
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