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Diz aquela tradicional simpatia de Ano Novo que passar a virada de amarelo significa dinheiro no bolso. Já o verde é indicado para quem deseja equilíbrio e saúde.
Se eu pudesse, usaria não só o verde e o amarelo como também o vermelho (paixão), azul (saúde) e o branco (paz) no Réveillon. O problema é que nunca achei uma combinação de cores que não me deixasse parecido com um carro alegórico de Carnaval.
Quando falamos de investimentos, ter um portfólio com muitas cores e diferentes propósitos vem sempre a calhar. É o que chamamos de diversificação.
É importante ter na carteira não só ativos que podem trazer muito dinheiro num cenário positivo como também aqueles que vão absorver parte do impacto no caso de as coisas darem errado.
Abrimos ontem a nossa série de Onde Investir em 2021 falando sobre as perspectivas para a bolsa, que se fosse uma cor seria o vermelho da paixão. Hoje é a vez de falar do dólar (verde) e do ouro (amarelo), os clássicos ativos de proteção.
Quem contava com a moeda norte-americana na carteira obteve um ganho de quase 30% em 2020. O ouro foi ainda melhor, com uma rentabilidade de 56% em reais.
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Na reportagem de hoje, o Ivan Ryngelblum conta para você o que esperar das verdinhas e do amarelo em 2021 e mostra que um dos ativos pode ficar fora de moda.
• O Ibovespa abriu o pregão de ontem com forte alta, dando a impressão que bateria a pontuação recorde, mas fechou o dia com queda de 0,14%, aos 118.854,71 pontos. O dólar subiu 1,53%, para R$ 5,268. Confira tudo o que movimentou o pregão.
•O que vai mexer com os negócios hoje? O mercado está de olho nas eleições para o Senado americano e que pode acabar dando o controle da Casa para os democratas. A possibilidade de novos lockdowns na Europa também traz cautela aos negócios. Para compensar os efeitos econômicos das medidas, o Reino Unido anunciou um novo pacote de estímulos.
• A Caixa Seguridade fechou mais uma sociedade para venda de seguros, desta vez no ramo residencial e habitacional. Saiba quem é a nova parceira do banco público.
• As vendas de veículos registraram queda de 26,2% no país em 2020. Foi o maior recuo em cinco anos, mas o resultado veio melhor que o esperado pela Anfavea. Veja todos os números nesta matéria.
•O Brasil registrou um saldo positivo de US$ 50,995 bilhões na balança comercial em 2020, abaixo do esperado pelos analistas, com a pandemia afetando o volume de importações.
• Quais serão os três grandes temas que devem concentrar as atenções dos investidores em 2021? Pergunta difícil e para a qual você provavelmente teria de recorrer a vários textos para descobrir a resposta. Mas o nosso colunista Matheus Spiess reuniu todos em uma análise que vale a pena a leitura.
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