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Simplesmente consideramos um absurdo o investidor brasileiro ter pouca ou quase nenhuma diversificação global e exposição a moedas de outros países em sua carteira
Recentemente, vários fatores têm impactado a Bolsa londrina: o desfecho do Brexit, o início da campanha de vacinação no Reino Unido, a descoberta de uma nova cepa potencialmente mais transmissível da Covid-19 e um novo e mais brando lockdown. A verdade é que bate uma saudade sempre que acompanho as notícias de Londres, sejam boas ou ruins.
Com maior frequência do que gostaria, não me perdoo por ter deixado de fazer algumas coisas importantes quando tive a oportunidade de morar na capital inglesa. Como tenho coragem, por exemplo, de me autointitular fã dos Beatles sem ter atravessado a calçada de Abbey Road? Sequer viajei a Liverpool, que estava a apenas duas horas de trem.
Na época, ainda enfeitiçado pela ideia de me tornar um engenheiro mecatrônico, também acabei não explorando nada na cidade que fosse relacionado ao mercado financeiro.
Certo dia, no caminho para um show na O2 Arena, espaço de eventos famoso de Londres, passei pela região de Canary Wharf, que mais parece uma pequena ilha dentro da cidade, toda cercada por rios, mas que abriga um distrito financeiro efervescente. Como todo turista, fiquei maravilhado pelos arranha-céus espelhados — como se não os tivéssemos no Itaim Bibi. Entre gestores, banqueiros e consultores, engravatados andavam apressados para todas as direções, com a tradicional educação inglesa, mesmo que as nacionalidades fossem as mais diversas possíveis.
“Por que mesmo gostaria de ser engenheiro mecatrônico?”, foi o estalo para o mercado financeiro que aquele momento me proporcionou — e que me trouxe até aqui.
Muitos anos depois, quero começar 2021 com uma novidade incrível para os assinantes da série Os Melhores Fundos de Investimento, da qual faço parte: a partir da semana que vem, além do tradicional conteúdo semanal sobre fundos de investimento no Brasil, decidimos publicar, quinzenalmente, edições extras, 100% dedicadas a fundos globais.
O que está acontecendo no coração financeiro de Canary Wharf, Wall Street ou até mesmo Hong Kong, dado que o tema do momento é investimentos em países emergentes, especialmente Ásia? Como as questões de meio ambiente, sustentabilidade e governança (ESG) ou de fundos quantitativos estão avançando ao redor do globo? O que pensam os maiores alocadores do mundo para os próximos meses e, claro, que fundos estão disponíveis para o investidor brasileiro — e quais posso ajudar a trazer? Tudo isso fará parte da nova vertente Melhores Fundos Global.
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Como o santo do ditado, tendemos a desconfiar quando a esmola é demais, mas essa é uma oferta transparente como água: são duas séries pelo preço de uma.
Simplesmente consideramos um absurdo o investidor brasileiro ter pouca ou quase nenhuma diversificação global e exposição a moedas de outros países em sua carteira, mas, além disso, 2020 também mostrou para muitos investidores na prática — às vezes, da pior forma possível — a importância da ampla diversificação. Muitos fundos de investimento no exterior lideraram as listas de melhor desempenho no ano passado, tanto com a recuperação de nichos de mercado, como o setor de tecnologia americano, quanto com o vento em popa gerado pela valorização do dólar contra o real após o início da pandemia.
Não só acredito que não tenha sido uma tendência temporária, como que a internacionalização dos portfólios só deve ganhar cada vez mais tração.
De um lado, a oferta de produtos está crescendo em plataformas e bancos, enquanto acompanhamos movimentações da CVM para tornar a regulação de investimentos no exterior mais flexível. De outro, a demanda dos investidores também só tende a aumentar devido ao excesso de liquidez global e aos juros estruturalmente mais baixos, exigindo que sua carteira se adapte a uma nova realidade. Para manter os retornos atrativos de antigamente, o investidor deve ser criativo e buscar novas fontes de diversificação. Infelizmente, você não vai encontrar tudo de que precisa apenas no Brasil.
Nosso projeto global dá frutos e se torna oficial em 2021, mas as sementes foram plantadas lá atrás, em março do ano passado. Na época, uma carteira teórica de fundos globais da Empiricus ganhou vida por meio do FoF Melhores Fundos Global, sob a gestão da Vitreo. Com exposição cambial, diversificação global e gestores respeitados, como Ray Dalio e Howard Marks, o fundo acumula 23% de retorno contra um dólar que subiu “apenas” 3,6% no período. Para quem prefere montar uma carteira por conta própria, também temos indicado aos assinantes da série alguns dos fundos que chegaram às corretoras brasileiras.
Mas, além disso, como podemos utilizar nosso relacionamento construído com gestores ganhadores de dinheiro no mundo para trazer ao Brasil novas estratégias, que ainda não tiveram a oportunidade de serem apresentadas a você?
Essa é a melhor notícia que eu poderia te dar hoje: um novo conteúdo de ponta sobre o mercado de fundos no mundo e no Brasil, duas séries em uma (praticamente uma barganha), para evitar que o investidor que não aproveitar se arrependa.
Confesso estar arrependido de não ter ido à Abbey Road, mas quer saber? Se a pandemia, que frustrou meus planos de viagem mais de uma vez, permitir, é para lá que eu vou ainda neste ano. E, desta vez, não irei apenas à Abbey Road me redimir como fã dos Beatles, mas também vou aproveitar a viagem para voltar a Canary Wharf, onde já estou agendando reuniões para trazer novidades para a série.
Se tudo der certo, te conto em alguns meses como foi a visita — talvez, em tempo real.
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