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A Vitreo criou soluções para que todos os investidores pessoa física possam se expor ao que já é considerado o investimento da década: as criptomoedas
O primeiro ETF de criptomoedas foi lançado na bolsa de valores brasileira. Sem dúvidas, este é mais um passo para tornar o assunto cada vez mais comum entre os investidores brasileiros.
O lançamento foi muito bem recebido pelo mercado e pela base de clientes da Vitreo, considerando o grande número de ordens de reserva que foram recebidas.
No dia 20 deste mês, a Hashdex já havia captado mais de meio bilhão de reais, e tudo indica que o valor tenha aumentado significativamente até o dia 22, data do seu lançamento.
A partir do dia 26, próxima segunda-feira, o Hash11 começará a ser negociado livremente, e você poderá acessá-lo por meio do home broker da Vitreo, o VTrade.
Os fundos de previdência da Vitreo, que já eram considerados bastante completos, agora deram um passo a mais no caminho da diversificação e na busca por assimetrias positivas no longo prazo.
Com a chegada dos ETFs de criptomoedas na B3, os ativos também foram incluídos nos fundos de previdência da casa. Isso foi possível graças ao esforço conjunto com a Icatu, parceira e seguradora de todas as previdências da Vitreo.
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Essa inclusão de criptomoedas nos fundos de previdência era um sonho antigo, tanto que as carteiras teóricas que inspiram os fundos capitaneados por Felipe Miranda, estrategista-chefe da Empiricus e Bruno Mérola, especialista em fundos de investimento na Empiricus, já contavam com os ativos digitais.
Com isso, a Carteira Universa Prev e os FoF’s SuperPrevidência e SuperPrevidência 2, terão 1,0% de alocação em criptomoedas.
Por fim, a Vitreo também anunciou a criação de um novo fundo de investimentos voltado inteiramente às criptomoedas. O Bitcoin DeFi tem 100% de exposição em bitcoins, sendo 80% em um ETF de criptoativos e 20% em ativos DeFi.
O fundo é ideal para investidores que desejam pegar a onda das criptomoedas e ainda exporem-se à tese das finanças descentralizadas (DeFis).
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