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Mesmo com toda a volatilidade dos ativos de risco em 2020 devido a uma crise sem precedentes, o Brasil assistiu à entrada massiva de investidores pessoas físicas na bolsa de valores.
O número de “sardinhas” quase duplicou no ano do coronavírus, algo que era difícil de imaginar um ano atrás, quando as bolsas mundiais derretiam por conta da pandemia.
O mau desempenho do Ibovespa costuma afastar as pessoas físicas da bolsa. Tanto que, em janeiro, quando o índice caiu mais de 3%, a alta no número de CPFs na B3 foi muito modesta.
Porém, não só a bolsa brasileira assistiu a uma recuperação estrondosa de março até dezembro do ano passado, como o país também já passava por um fenômeno com uma força arrebatadora no sentido de empurrar o brasileiro para os ativos de risco: a menor taxa de juros da história.
O que mudou no perfil da pessoa física que investe em bolsa de 2019 para cá? E o que permanece mais ou menos igual? Nesta matéria, o Renan Sousa traz o perfil desses mais de 3 milhões de investidores.
• O Ibovespa terminou o dia em queda de 0,87%, pesando o desaquecimento da economia evidenciado pelos dados do varejo e ainda em meio a uma indefinição quanto ao financiamento do auxílio emergencial. O dólar recuou 0,22% em um pregão marcado pela instabilidade, para R$ 5,37.
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• As ações da Ultrapar recuaram depois que o Credit Suisse afirmou que os papéis da dona dos postos Ipiranga “não estão tão atraentes” e rebaixou sua recomendação para neutro. Veja o que dizem os analistas do banco.
• Já os papéis da Totvs tiveram uma das maiores altas do Ibovespa no dia, na expectativa da divulgação do balanço após o fechamento e com relatório do BTG Pactual, que aumentou o preço-alvo para as ações da empresa de R$ 28 para R$ 38. Saiba por quê.
• O receio de interferência do governo nos preços dos combustíveis da Petrobras pode levar investidores a pagar menos pelas refinarias postas à venda pela estatal, segundo analistas ouvidos nesta reportagem.
• A gestora Vitreo e a Inter Invest fecharam uma parceria para distribuir produtos antes exclusivos para seus próprios clientes, em um movimento que reforça a área de investimentos do banco Inter. Dois fundos de criptomoedas foram disponibilizados na plataforma do Inter hoje.
• A Klabin, maior produtora de embalagens do País, dobrou seu lucro líquido no quarto trimestre, mas fechou 2020 com prejuízo. O dólar foi herói e vilão dos resultados da companhia. Veja os principais números do balanço na matéria do Ivan Ryngelblum.
• A Câmara aprovou o projeto de autonomia do Banco Central, definindo mandatos do presidente e dos diretores da instituição com vigência não coincidente com o mandato do presidente da República. Falta ainda analisar os destaques propondo mudanças no texto.
• A economista-chefe do FMI, Gita Gopinath, afirmou nesta quarta que acredita que os ativos de risco estão sobrevalorizados com os mercados muito confiantes. Entenda a preocupação dela.
• Quanto o juro precisaria subir para você abandonar os ativos de risco e voltar correndo para a renda fixa conservadora? E quanto de volatilidade você tolera para ter uma rentabilidade maior num cenário de juro baixo? Na sua coluna de hoje, Felipe Miranda fala sobre como ele acredita que a tolerância do investidor pessoa física mudou de forma quase irreversível.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite", a newsletter diária do Seu Dinheiro. Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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