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A oferta, que foi concluída na última sexta-feira (06), movimentou R$ 3,6 bilhões, frustrando a expectativa inicial da companhia
Nem mesmo a oferta inicial de ações (IPO) abaixo do piso da faixa indicativa parece ter salvado a Oncoclínicas (ONCO3) de uma estreia no vermelho.
A mais nova empresa de saúde listada na B3 teve o seu primeiro dia de negociações nesta terça-feira (10), fechando em queda de 4,30%.
A oferta, que foi concluída na última sexta-feira (06), movimentou R$ 3,6 bilhões, frustrando a expectativa inicial da companhia. A faixa indicativa de preço ia de R$ 22,21 a R$ 30,29, mas os papéis foram precificados a R$ 19,75. Os coordenadores da oferta foram o Goldman Sachs, Itaú BBA, Citi, UBS BB, JPMorgan, Santander e XP.
Recentemente, a Kora Saúde reduziu a sua faixa indicativa de preço para dar continuidade ao processo de IPO.
Seguindo o exemplo das outras companhias do setor de saúde que já estão na bolsa, o plano da rede de clínicas é apostar na consolidação. Com os recursos levantados pela companhia na oferta, a Oncoclínicas planeja financiar aquisições e projetos de investimento, além de reforçar o capital de giro.
Com 69 unidades focadas no tratamento contra o câncer, a companhia se difere das outras consolidadoras do setor. A companhia foi criada em 2010 e afirma ter a maior receita entre os seus pares privados no continente.
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No ano passado, a rede de clínicas registrou receita líquida de R$ 2,04 bilhões, alta de 20,4% sobre 2019, com a margem Ebitda de 15,36%.
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