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A semana promete ser agitada, com importantes indicadores no radar e a “mudança de guarda” nos Estados Unidos
O otimismo que guiou a bolsa brasileira (e as globais) nas últimas semanas parece ter chegado ao fim. A situação do coronavírus nos quatro cantos do mundo acende um alerta amarelo sobre a capacidade de recuperação da economia global e preocupa o mercado.
Na semana passada, a bolsa brasileira sofreu consideravelmente com a falta de horizonte para a vacinação e outros ruídos políticos que chegaram de Brasília.
Além disso, as coisas no exterior não andaram como o planejado.
Joe Biden finalmente apresentou o seu pacote de estímulo de US$ 1,9 trilhão, abaixo do esperado pelo mercado. A expectativa pelos estímulos guiou as bolsas globais até o topo na primeira semana de 2021, mas agora, eles são razão para a cautela que toma conta do mercado. É que existe um temor de que o Congresso americano possa desidratar o projeto. Esse provavelmente é um dos temas que deve seguir em alta nos próximos dias.
Na sexta-feira (15), o Ibovespa fechou o dia com um recuo de 2,54%, aos 120.348,80 pontos, acumulando uma queda de 3,8% na semana. Já o dólar teve um avanço 1,81%, a R$ 5,3042. A divisa acumula uma baixa de 2,07% na semana.
Na agenda econômica local, o indicador mais importante é o IBC-Br, Índice de Atividade Econômica do Banco Central.
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O indicador do BC é conhecido como "a prévia do PIB" e ajuda o Comitê de Política Monetária (Copom) a definir a trajetória da Selic. Além disso, é um bom termômetro da atividade da economia.
A mediana dos analistas consultados pelo Projeções Broadcast é de alta de 0,5% para o índice. O intervalo de estimativas vai de alta de 0,20% a 1,50%. Em outubro, o índice foi de 0,86%.
Com o quadro atual da pandemia se mostrando insustentável, os investidores esperam ansiosos pelo início da vacinação do país e monitoram o desenrolar da situação. A expectativa é que ela comece ainda nesta semana, após a aprovação da Anvisa para uso emergencial das vacinas de Oxford e a CoronaVac.
O assunto ainda promete ser raiz para embates e ruídos político.
Nesta semana, além do IBC-Br, os investidores também ficam atentos à reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que deve decidir sobre o futuro da Selic.
O Banco Central está pressionado, principalmente após o indicador da inflação oficial mostrar que o IPCA subiu 4,5%, acima da meta, que era de 4%.
Nesta semana que passou, o mercado ficou apreensivo com a ideia de que uma alta da Selic já aconteceria na próxima reunião. Restou ao diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Bruno Serra, acalmar os nervos.
Serra disse que uma possível alta dos juros está no horizonte, mas isso irá depender do rumo da política fiscal do país. Se você espera uma mudança já na quarta-feira, vá com calma. Serra afirmou que a próxima redução não deve acontecer já na próxima reunião. É provável que mudanças só ocorram após a votação do Orçamento de 2021.
É possível que o BC abandone o "forward guidance", a prescrição futura sobre o que deve acontecer com a política monetária do país, já nas próximas reuniões.
Nos Estados Unidos, estamos entrando na segunda semana da temporada de balanços. Confira as principais empresas que divulgam o seu balanço nos próximos dias:
Depois de quatro anos, Donald Trump deixará a presidência dos Estados Unidos. A posse do presidente Joe Biden acontece na próxima quarta-feira (20).
Vale a pena ficar atento ao desenrolar dos eventos. Donald Trump prometeu que não irá ao evento e há suspeita de que seus apoiadores possam aproveitar o momento para realizar um tumulto semelhante ao que aconteceu duas semanas atrás, com a invasão do Capitólio.
Além disso, fica no radar o desenrolar do processo de impeachment de Trump. A pauta foi aprovada na Câmara e se encontra no Senado.
Segunda-feira (18):
Terça-feira (19):
Quarta-feira (20):
Quinta-feira (21):
Sexta-feira (22):
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