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Além disso, o dia de hoje deve ser marcado pela repercussão do aumento de impostos de Joe Biden
A semana foi mais curta por causa do feriado na quarta-feira (21), mas nem por isso deixou de ser agitada. Com o Orçamento se arrastando até o último segundo e o aumento da pressão no governo sobre questões climáticas, o investidor tentou ignorar o noticiário negativo e fazer a bolsa subir. Mas a realidade se impõe.
O exterior já começa a sentir os efeitos da retomada da economia, com o avanço da vacinação na Europa e Estados Unidos. Mas países como Brasil e Índia, onde a pandemia corre descontrolada, limitam o otimismo.
E com o anúncio de mais um imposto sobre ganhos dos mais ricos de ontem (22) desagradou os investidores e o mercado em geral. Se a tributação sobre empresas para pagar o pacote de infraestrutura já havia torcido alguns narizes, agora a taxação de até 43,4% pode arrancar algumas caretas.
Na ausência de maiores indicadores econômicos, o Brasil deve ficar de olho nos balanços das empresas (veja no item “Empresas” mais abaixo) e no último dia da Cúpula do Clima. O discurso de três minutos do presidente da República Jair Bolsonaro foi considerado uma “mudança de tom” na defesa do meio ambiente.
Entretanto, palavras não bastam. Especialistas estão exigindo medidas mais concretas por parte do presidente e até mesmo a retirada do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.
Confira esses e outros destaques para esta sexta-feira (23):
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O Ibovespa encerrou o dia em queda de 0,58%, aos 119.371 pontos. Já o dólar à vista encerrou o dia em queda expressiva de 1,73%, a R$ 5,4546, o nível mais baixo desde fevereiro. O exterior reagiu de maneira negativa ao plano de Biden de aumentar impostos sobre ganhos dos mais ricos. Além disso, a aprovação do Orçamento para 2021 foi recebida de maneira dúbia pelos investidores.
A temporada de balanços do primeiro trimestre tem início nesta sexta-feira (23). Confira aqui quem deve ser destaque e o que esperar do resultado das empresas.
Aos 45 do segundo tempo, o presidente Jair Bolsonaro sancionou o Orçamento para 2021. Até a sanção, que ocorreu na noite desta quinta-feira (22), a União vinha executando apenas as ações e programas considerados obrigatórios ou inadiáveis.
A peça Orçamentária, que já conta com cinco meses de atraso, teve alguns pontos apontados pelo Ministério da Economia vetados.
O mercado recebeu de maneira mista a notícia na tarde de ontem. Se por um lado a novela chegou ao fim, por outro, os R$ 125 bilhões fora do teto de gastos podem ser um problema para a situação fiscal do país no longo prazo.
Mas com o encerramento desse capítulo, os investidores agora devem ficar de olho nos pacotes de reformas estruturais.
O anúncio de ontem de que o presidente americano Joe Biden pretende aumentar impostos sobre ganhos dos mais ricos para financiar a educação infantil foi mal recebido pelos investidores.
De acordo com reportagem do The New York Times, a proposta é que a alíquota do imposto de renda suba para 39,6% para os norte-americanos com maior poder aquisitivo. Além disso, as taxas sobre os ganhos de capital, hoje em dia de até 20%, também poderão subir a 39,6% para investidores que ganham mais de US$ 1 milhão.
Essa é mais uma investida de Biden para atualizar o sistema de taxação dos Estados Unidos. O plano de ajuda à infraestrutura de US$ 2,3 trilhões também deve ser custeado com o aumento de impostos sobre empresas.
Apesar disso, o Congresso norte-americano, em especial a metade Republicana, tende a ser desfavorável a um aumento de impostos. O último pacote de estímulos foi aprovado com a Casa Legislativa totalmente dividida, e a aprovação de novas medidas pode ser ainda mais difícil para o governo.
As bolsas da Ásia fecharam majoritariamente em alta na manhã desta sexta-feira. Os índices de Wall Street cederam após o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciar um possível aumento de impostos sobre ganhos de capital dos investidores mais ricos.Mas isso não foi suficiente para desanimar os investidores asiáticos, que estão focados na retomada da economia da China.
Já os índices europeus operam em baixa. O Velho Continente ainda está receoso com o avanço da covid-19 pela região, apesar dos novos dados que mostram a economia da Europa voltando aos eixos.
E após uma queda suficientemente significativa ontem, os futuros de Nova York apontam para um dia de ganhos
Confira os principais eventos e indicadores econômicos para esta sexta-feira (23):
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