O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Nubank e Inter serão listados em Nova York, mas darão acesso aos investidores brasileiros por meio de BDRs na B3; veja o que muda para o acionista do Inter com a migração
Inter ou Nubank? A rivalidade entre os dois bancos digitais vai mesmo virar um clássico internacional. Ao mesmo tempo em que o Nubank caminha para abrir o capital na Bolsa de Nova York (Nyse), o conselho de administração do Inter aprovou o plano de listar suas ações na Nasdaq.
A mudança para a bolsa norte-americana permitirá que a família Menin mantenha as rédeas do Inter — que lá fora passará a se chamar Inter Platform. Isso é possível graças ao chamado "supervoto", que permite a distinção entre classes de ações.
Os papéis que serão negociados no mercado (classe A) darão direito a um voto cada. Já as ações da classe B, que ficarão nas mãos dos atuais controladores, garantem 10 votos cada.
Já no Nubank, essa relação é mais generosa para os fundadores do banco digital: as ações com "supervoto" darão direito a 20 votos cada.
A listagem de Nubank e Inter nas bolsas em Nova York não significa que os investidores brasileiros ficarão órfãos. Ambas as empresas manterão recibos de ações (BDRs) negociados na B3. O Nubank fará um IPO (oferta pública inicial, na sigla em inglês) com dupla listagem, aqui e na Nyse.
No caso do Inter, que precisa fazer o processo de migração da B3 para a Nasdaq, os atuais acionistas que possuem units (BIDI11) do banco digital terão duas opções: trocar seus papéis por BDRs da Inter Platform ou receber R$ 45,84 em dinheiro.
Leia Também
O valor é maior do que a cotação de fechamento de BIDI11 na segunda-feira (R$ 42,31), mas está bem abaixo das máximas alcançadas pelos papéis neste ano, acima de R$ 80. Hoje as units fecharam em alta de 5,37%, a R$ 44,58.
Já quem tem ações preferenciais (BIDI4), receberá um BDR para cada três papéis que possuir ou então R$ 15,28 por ação se preferir receber em dinheiro.
Para arcar com o pagamento dos investidores, o Inter vai contratar um financiamento de até R$ 2 bilhões. A mudança de bolsa ainda precisa ser aprovada em uma assembleia de acionistas do Inter, que foi marcada para 25 de novembro.
O prazo para optar por receber em dinheiro ou BDRs vai de 26 novembro até 2 de dezembro — mais ou menos na mesma época em que as ações do Nubank devem estrear em Nova York.
Vale destacar, porém, que após essa data quem decidiu pelo dinheiro não poderá mais vender as ações do Inter na bolsa até a conclusão do processo de reorganização.
O fundo japonês Softbank, um dos principais acionistas do banco digital brasileiro, já fechou acordo para transformar a participação de 14,49% no Inter em ações classe A ou BDRs.
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã
Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental
Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda
Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica
Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas
Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG
Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos