O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em uma semana decisiva para a política monetária nacional e internacional, os investidores também precisam lidar com mais instabilidades em Brasília
No aguardo de decisões importantes de política monetária, que acontecerão na próxima quarta-feira, e movimentações em Brasília, a semana começa instável para os investidores brasileiros nesta segunda-feira (15).
Na última hora, uma melhora do quadro em Nova York beneficiou o Ibovespa, que parece finalmente ter se firmado em alta após a volatilidade vista pela manhã. Por volta das 16h10, o principal índice da bolsa brasileira operava em alta de 0,32%, aos 114.521 pontos. O dólar à vista tem alta de 0,78%, cotado a R$ 5,6022. Mais cedo, a moeda chegou a encostar em R$ 5,66, o que levou o Banco Central a fazer uma atuação extra no câmbio.
Além da expectativa pela decisão dos BCs nos próximos dias, hoje o mercado também monitora a possível saída do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello e o vencimento de opções, que acaba pesando sobre as empresas de maior peso do índice.
No aguardo do Copom, o mercado de juros futuros segue precificando uma alta da Selic e opera mais um dia em alta. Confira as principais taxas de hoje:
Rumores repercutidos por diversos jornais afirmam que o atual ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, estaria pronto para deixar a pasta e deve ser substituído pela médica Ludhmilla Abrahão Haijar e Marcelo Queiroga, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Essa seria a terceira troca no Ministério da Saúde no meio da pior crise sanitária mundial, que já teve a sua frente Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, ambos médicos, antes de ser encabeçada por Pazuello, general da reserva.
Leia Também
Para os especialistas, a saída de Pazuello seria uma forma de minar as investigações de uma CPI que investiga a atuação do governo diante da crise do coronavírus e aliviaria também as investigações que rolam no Supremo Tribunal Federal (STF).
Bruno Madruga, sócio da Monte Bravo Investimentos, acredita que embora o mercado observe de perto essa possível troca, esse não é o fato que mais mexe com o mercado nesta segunda-feira (15). O vencimento de opções e a instabilidade do mercado internacional falam mais alto.
No entanto, Madruga aponta que é preciso ficar atento à uma maior articulação política para a compra de vacinas e melhorias na logística de distribuição.
Esta semana temos reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que decidirá sobre os rumos da taxa básica de juros no Brasil. A expectativa do mercado aponta para uma retomada do ciclo de alta da Selic. Nos Estados Unidos, os investidores esperam uma manutenção do cenário atual, mas estão de olho nas sinalizações dadas pelo Federal Reserve, já que há temores de uma disparada inflacionária.
No mercado americano, ainda existe uma repercussão do pacote fiscal sancionado na semana passada, já que os cheques de US$ 1,4 mil aos americanos mais vulneráveis devem começar a ser enviados nesta semana.
Os títulos do Tesouro americano têm tirado o sono dos investidores mundiais, mas iniciaram a semana caindo e atingindo as mínimas do dia. Esse cenário beneficia as bolsas americanas, mas bolsas em Wall Street operaram com grande instabilidade ao longo da manhã. No entanto, após um discurso do presidente Joe Biden, onde ele voltou a falar sobre a importância do pacote fiscal, influenciou positivamente os ativos.
Além do modo de espera pela decisão do Fed, os mercados internacionais estão atentos ao andamento da vacinação no exterior. Além de muitas doses prometidas ainda não terem sido entregues, a suspensão do uso da vacina da AstraZeneca por alguns países causa preocupação.
Outro ponto que ajuda no clima de instabilidade do mercado nesta segunda-feira (15) é a queda do petróleo no mercado global. Tanto o Brent quanto o barril WTI recuam cerca de 1,5%.
Os papéis da Copel despontam como a maior alta do dia, após anunciar um desdobramento de ações na proporção de 1 para 10, o que, na visão dos analistas da Ativa Research, deve dar maior liquidez aos papéis.
As ações das companhias aéreas brasileiras pegam carona com o movimento visto no exterior, de olho na recuperação econômica e perspectivas de vacinação em massa. Lá fora, a American Airlines sobe mais de 8%. Confira as principais altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARIAÇÃO |
| CPLE6 | Copel PN | R$ 6,73 | 6,83% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 24,23 | 6,37% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 43,22 | 5,08% |
| TOTS3 | Totvs ON | R$ 28,90 | 4,48% |
| JHSF3 | JHSF ON | R$ 7,10 | 4,26% |
A queda da CSN acompanha mais um dia de recuo do minério de ferro no mercado internacional. Confira as principais quedas do dia:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARIAÇÃO |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 36,31 | -3,48% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 23,85 | -2,93% |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 72,33 | -2,59% |
| B3SA3 | B3 ON | R$ 54,24 | -1,99% |
| KLBN11 | Klabin units | R$ 28,54 | -1,86% |
Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo
Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas
Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio
O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos