O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A convocação de uma coletiva de última hora assustou os investidores, mas o Ibovespa retomou o ritmo de alta após a estatal confirmar que não irá mexer nos preços
O preço dos combustíveis, um dos grandes vilões da elevada inflação brasileira, não dá sinais de enfraquecimento. Muito pelo contrário. A passagem do furacão Ida pelo Golfo do México deve seguir impactando a oferta por mais alguns meses, o que reflete diretamente no preço da commodity.
O petróleo fechou em alta pelo quinto pregão consecutivo, voltando a alcançar patamares vistos antes da pandemia, em outubro de 2018, e se aproximando cada vez mais dos US$ 80.
A alta recente do barril tem conexão direta com os temores de que a inflação brasileira siga pressionada por mais algum tempo. Mas essa não é a única preocupação que surge na cabeça dos investidores brasileiros.
Nos últimos meses, ao notar o efeito da elevação dos preços, o presidente Jair Bolsonaro tem sido vocal sobre a necessidade de adotar alguma medida para reduzir o impacto nas bombas de combustíveis. A troca do presidente da Petrobras, no início do ano, se deu justamente pelo descontentamento do chefe do Executivo com o repasse ao consumidor feito pela petroleira.
Assim, com o petróleo em alta e a inflação acelerando cada vez mais, o alerta amarelo sobre a possibilidade de intervenção na política de preços da Petrobras volta ao radar. A estatal, no entanto, agiu rápido para não deixar o sentimento contaminar o mercado e convocou uma coletiva de imprensa apenas para dizer que nada irá mudar.
O mais novo aceno do presidente Joaquim Silva e Luna ao mercado foi bem recebido, e o Ibovespa, que acompanhava a cautela vista em Nova York, rapidamente passou a registrar alta de quase 1%. O fôlego se reduziu ao longo do dia, mas o principal índice da bolsa encerrou a segunda-feira em alta de 0,27%, aos 113.583 pontos.
Leia Também
Para os analistas, o mercado está sedento por notícias, sejam elas positivas ou negativas, por isso a reação ‘exagerada’ no calor do momento. O resultado do dia também teve ajuda das siderúrgicas e da Vale, que subiram forte com a recuperação do minério de ferro.
Os próximos dias devem ser agitados e ficam no radar. Na agenda temos a sequência da tramitação da PEC dos precatórios, a ata da última reunião de política monetária do Copom e o Relatório Trimestral de Inflação. Lá fora, os investidores estão em compasso de espera por números importantes nos Estados Unidos e a definição do Congresso americano sobre o teto da dívida, o que deixa os índices em Wall Street sem muita força.
No câmbio, porém, a história foi outra e a moeda americana se manteve pressionada ao longo de todo o dia, acompanhando o movimento visto no exterior. Nos Estados Unidos, o temor de que a retirada dos estímulos seja feita de forma rápida deixa os holofotes nos discursos dos dirigentes do banco central americano. Após três deles defenderem o crescimento da economia e a discussão em torno do aperto monetário, não só os juros foram pressionados como também a divisa.
O alívio do dólar foi pontual, em resposta aos leilões extraordinários de swap cambial convocados pelo Banco Central para as segundas e quartas. O dólar à vista encerrou o dia em alta de 0,65%, a R$ 5,3788. Confira o fechamento dos principais vencimentos dos contratos de DI:
A alta do petróleo impulsionou o avanço das ações das petroleiras ao longo de toda a tarde. Com exceção de um breve momento, por volta das 16 horas.
A Petrobras, que até então seguia em forte alta, passou a recuar com o anúncio de uma coletiva no meio da tarde para discutir a sua política de preços. Como o assunto é sensível, principalmente diante da necessidade de novos aumentos para o consumidor final, os investidores reagiram negativamente.
Mas logo nos primeiros minutos da coletiva a cautela se dissipou. O presidente da companhia, indicado por Bolsonaro, fez questão de afirmar que a política de preços não irá mudar, o que garantiu que a empresa retomasse o ritmo de alta.
As ações da Vale, que surfaram a mais nova alta do minério de ferro, também passaram por um susto ao longo da tarde. A companhia abandonou as máximas do dia, em um avanço de mais de 2%, para uma queda de 1,5% em poucos minutos.
A reação do mercado veio após sair na imprensa internacional que 39 funcionários da Vale estão presos na Mina Totten, localizada no Canadá, desde domingo. Segundo a companhia, o resgate já se iniciou e os trabalhadores estão seguros.
As ações da companhia encerraram o dia em alta de 1,30%, a R$ 78,70.
Após 16 anos do domínio do partido de centro-direita da chanceler Angela Merkel, a Alemanha terá mudanças. O partido social-democrata, de centro-esquerda, conquistou a maioria dos votos nas eleições nacionais. O SPD é favorável ao fortalecimento da União Europeia.
Os investidores aguardam atentos a movimentação que dará origem ao novo governo, e as bolsas do continente fecharam a segunda-feira majoritariamente em alta.
Nos Estados Unidos, o temor de que a retirada dos estímulos seja feita de forma rápida deixa os holofotes nos discursos dos dirigentes do banco central americano. Após três deles defenderem o crescimento da economia e a discussão em torno do aperto monetário, não só os juros foram pressionados como também os principais índices. O Dow Jones foi a exceção, impulsionado pelo setor energético.
Enquanto CSN e PetroRio subiram na cola da alta das commodities vista no exterior, o grande destaque do dia ficou com o setor de proteínas.
Para Marcio Lórega, gerente de research do Pagbank, as ações do setor ainda repercutem a aprovação da compra de cerca de 32% da BRF pela Marfrig. Além disso, o dólar mais forte tende a favorecer as exportadoras.
A perspectiva de alta da Selic tem impulsionado as ações do setor bancário. No caso do Santander, o banco é visto como a melhor opção diante de um cenário de aumento da inadimplência e foi o principal destaque do setor hoje. Além disso, o banco deu mais um passo para a cisão da GetNet e entrou com o pedido de listagem da empresa de maquininhas na Nasdaq. Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 26,30 | 7,08% |
| MRFG3 | Marfrig ON | R$ 24,11 | 6,40% |
| PRIO3 | PetroRio ON | R$ 23,15 | 5,28% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 30,07 | 3,58% |
| SANB11 | Santander Brasil units | R$ 36,36 | 3,41% |
Com a alta da inflação no horizonte, as empresas mais ligadas ao cenário da economia doméstica sofreram o maior baque no pregão de hoje. Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| CASH3 | Méliuz ON | R$ 6,58 | -5,32% |
| VIIA3 | Via ON | R$ 8,10 | -4,71% |
| BIDI11 | Banco Inter unit | R$ 58,47 | -4,27% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 14,99 | -4,09% |
| BIDI4 | Banco Inter PN | R$ 19,52 | -3,98% |
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM