🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

FECHAMENTO

Bolsa fecha em alta no “último segundo”, mas auxílio emergencial pesa no resultado da semana

A volta dos ruídos políticos, aliado à tradicional cautela pré-feriado, trouxe grande instabilidade aos mercados; bolsa e dólar ficaram próximos do zero a zero

Jasmine Olga
Jasmine Olga
12 de fevereiro de 2021
19:34 - atualizado às 19:54
Montagem do Congresso Nacional com desenhos de um touro e um urso, sinalizando as instabilidades geradas pelo risco político ao desempenho da bolsa
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Prometo não fazer nenhum trocadilho sobre ser fevereiro e não ter carnaval, acho que nesta altura da semana (e do mês) você já deve ter lido pelo menos uma centena de versões da mesma piadoca com o clássico de Jorge Ben Jor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Até porque, os bloquinhos e trios elétricos estão realmente cancelados, mas a folga para a "celebração" foi mantida na B3, ou seja, nada de pregão até às 13h de quarta-feira.

Aliás, nada de pregão também na Ásia - onde a maior parte das bolsas ficam fechadas por uma semana para comemorar o Ano Novo Lunar - e, na segunda-feira, nada de negócios também nos Estados Unidos, já que o país celebra o feriado do “Dia do Presidente”. 

Tradicionalmente, em situações normais de temperatura e pressão, véspera de feriado costuma ser sempre acompanhada de uma dose extra de cautela. Depois de um ano de pandemia e uma semana cheia de ruídos que geraram uma boa dose de mal-estar no mercado, já deu para notar que passamos longe de uma situação “normal”.  

Com a coincidência de tantos feriados no exterior, a tradicional correção da quarta-feira de cinzas não deve ser tão brusca quanto em outros tempos. Mas os investidores sabem que nem por isso os próximos dias devem ser tranquilos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A questão do auxílio emergencial, que monopolizou as manchetes durante toda a semana, segue longe de ser resolvida. Mas até que evoluímos do começo da semana para cá. A dúvida deixou de ser se teríamos ou não uma nova rodada do benefício e passou a ser o impacto nos cofres públicos e como fazer essa despesa caber dentro do teto (sem pedaladas ou excepcionalidades). 

Leia Também

Depois de atritos com o presidente da Câmara, Arthur Lira, Paulo Guedes deve botar o seu bloco na rua. É que o ministro da Economia prometeu colocar todos os membros da equipe econômica para trabalhar no feriado para consolidar as duas PECs, a de Guerra e do Pacto Federativo, que garantirão a meta fiscal e uma saída para o financiamento do auxílio emergencial. 

Hoje, Guedes até se reuniu com o presidente da Câmara e do Senado, Rodrigo Pacheco, em um almoço para discutir a questão, onde as lideranças afirmam terem firmado um pacto em torno da responsabilidade fiscal.

Então, não espanta que os investidores tenham optado por uma espécie de zero a zero nesta sexta-feira (12). O dia foi de grande instabilidade no mercado brasileiro, que alternou altas e quedas ao longo de tada a sessão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos 45 do segundo tempo, o principal índice da bolsa brasileira acabou anotando um gol chorado e fechando o dia no azul, em alta de 0,11%, aos 119.428,72 pontos. Em uma semana que contou com três pregões de queda, o índice acumulou um recuo de 0,68%. 

No câmbio, o dia também foi de leve alívio, com o dólar à vista terminando a sexta-feira em queda de 0,26%, a R$ 5,3742. Na semana, o recuo foi de apenas 0,18%.

A moeda americana deixou de lado a cautela local e seguiu apoiado na expectativa de que o Federal Reserve deve seguir atuando na economia. Vale lembrar que o Banco Central atuou durante quase toda a semana no câmbio, para impedir a escalada da moeda. 

A fotografia final da bolsa e do câmbio podem não ser bons reflexos da tensão que tomou conta do mercado hoje e nos últimos dias, mas a do mercado de juros dá uma ideia melhor de todo o estresse. Refletindo as incertezas em torno do quadro fiscal brasileiro, as taxas tiveram um dia (e uma semana) de alta, principalmente na ponta mais longa. Confira as taxas de fechamento:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Janeiro/2022: de 3,32% para 3,36%
  • Janeiro/2023: de 4,87% para 4,96%
  • Janeiro/2025: de 6,42% para 6,52%
  • Janeiro/2027: de 7,12% para 7,19%

Não dá para fugir

A semana que passou foi recheada de divulgações macroeconômicas importantes e que cimentaram a perspectiva de que a volta do auxílio emergencial é quase inevitável. 

Primeiro, tivemos a queda das vendas no varejo, que recuaram 6,1% em dezembro, totalizando uma alta de 1,2% em 2020, abaixo do esperado pelo mercado. Depois, os dados de serviços também reforçaram a tese de uma economia que precisa de estímulos: mesmo que o desempenho tenha vindo um pouco acima do esperado pelos analistas. 

A única surpresa positiva da semana ficou com o resultado do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma espécie de prévia do PIB, e que registrou crescimento de 0,64% em dezembro, na comparação com novembro.

Para fechar o combo de divulgações da semana, tivemos também o índice oficial de inflação do país, o IPCA, que registrou uma alta de 0,25% em janeiro, mostrando uma desaceleração. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E agora, PG?

Diante dos números, e da pressão, até o presidente Jair Bolsonaro deixou claro que a volta do auxílio é algo inevitável. A questão é como fazer isso sem que a situação fiscal do país seja ainda mais pressionada. 

Ao longo da semana, a temperatura subiu em Brasília, quando a expectativa era de tempos de paz. O novo presidente da Câmara, Arthur Lira, cobrou nominalmente o ministro Paulo Guedes por uma urgência no encontro de uma solução para o problema. 

Ruídos não faltaram ao longo da semana, citar todos eles seria quase humanamente impossível, mas os principais deles envolveram a criação de um imposto temporário, “excepcionalização” do teto de gastos, auxílio aprovado no Congresso sem contrapartida fiscal e o ministro Guedes pedindo aos congressistas que mantivessem o bom senso na hora de lidar com a questão. 

O que importa é saber o cenário que nos encontramos e que deve se desenrolar ao longo do fim de semana, já que PG prometeu que a equipe econômica irá trabalhar no assunto. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que se sabe até agora é que depois de uma reunião entre as lideranças, Pacheco, Lira e Guedes se comprometeram a aprovar um “marco fiscal” que permita o financiamento da nova rodada do auxílio emergencial. Mas sem muitos detalhes. 

Ainda sem confirmação oficial, o que circula é que o governo já está em negociações avançadas para aprovar uma extensão do auxílio por mais quatro parcelas, no valor de R$ 250, acima do que vinha sendo esperado pelo mercado. A expectativa, segundo o Estadão, é que o benefício seja retomado de março até julho. 

Segundo o economista-chefe da Órama Investimentos, Alexandre Espírito Santo, as perguntas que precisam ser respondidas o mais rápido possível são “quanto tempo, qual o tamanho e de que forma?” e são justamente elas que seguem indefinidas. 

Em compasso de espera

Para Alexandre Espirito Santo, economista chefe da Órama Investimentos, todos os mercados estão sendo influenciados pela liquidez extraordinária que inundou o sistema como forma de conter a crise do coronavírus e que, por tabela, influencia também o mercado brasileiro. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em Nova York, onde o dia foi também de instabilidade, as bolsas vêm renovando as suas máximas seguidas vezes. O mercado americano fechou a segunda semana consecutiva com ganhos e ainda aguarda a “injeção” de mais um pacote de estímulos fiscais, que deve girar em torno de US$ 1,9 bilhão. No momento, o presidente Joe Biden busca um apoio bipartidário para a aprovação da medida. 

Nesta semana, também tivemos a sinalização de que o Federal Reserve, o banco central americano, deve seguir mantendo uma política de estímulos até que a economia de fato se recupere, o que ajuda a enfraquecer o dólar em escala global.

Para o economista, se não fosse esse cenário de otimismo e liquidez generalizados, talvez a bolsa brasileira estivesse em um patamar inferior ao que está. Para ele, tanto o câmbio quanto a bolsa atualmente estão em compasso de espera. 

No Brasil, espera pelos próximos passos do governo e, lá fora, de como o cenário internacional deve seguir “frouxo”, no aguardo de estímulos, como se espera.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No radar

A expectativa positiva que guiou os investidores na semana passada, com a eleição dos candidatos governistas para o comando da Câmara e do Senado, foi reforçada com a aprovação da autonomia do Banco Central. 

O mercado espera que, passada a “crise” em volta do auxílio emergencial, o Congresso dê sequência a agenda reformista da equipe econômica. 

Sobe e desce

A CVC, empresa de um dos segmentos mais afetados durante a pandemia, lidera as altas do dia após notícias de que o Ministério da Saúde deve adquirir mais doses para acelerar o processo de vacinação no país. Confira as maiores altas da sessão:

CÓDIGONOME VALORVARIAÇÃO
CVCB3CVC ONR$ 19,905,57%
BRKM5Braskem PNAR$ 30,223,03%
PRIO3PetroRio ONR$ 79,592,92%
TOTS3Totvs ONR$ 34,642,33%
RAIL3Rumo ONR$ 20,181,87%

A Cielo foi o principal destaque negativo do dia. Além do cenário de negócios já desfavorável como um todo, a companhia também sofreu com algumas notícias no campo corporativo, com a redução de participação do fundo 3G Radar na companhia e a sinalização de que o Banco do Brasil não deve se desfazer da sua fatia na companhia. Essa última informação, deixa os investidores um tanto receosos. Confira as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOME VALORVARIAÇÃO
CIEL3Cielo ONR$ 3,66-6,63%
HAPV3Hapvida ONR$ 17,20-2,38%
BPAC11BTG Pactual unitsR$ 109,00-2,33%
CPLE6Copel PNR$ 65,89-1,91%
BRDT3BR Distribuidora ONR$ 22,25-1,77%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VAI PERDER O BONDE?

“Investidor pessoa física só gosta de bolsa quando já está cara”, diz Azevedo, da Ibiuna

4 de fevereiro de 2026 - 17:31

Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa

TOUROS E URSOS #258

Ibovespa nos 200 mil pontos? Gringos compram tudo — mas cadê os investidores brasileiros

4 de fevereiro de 2026 - 14:00

Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano

BRASIL NO CENTRO DO MUNDO

Bolsa com força total: gringos despejam R$ 26,3 bilhões em janeiro na B3 e superam todo o fluxo de 2025

3 de fevereiro de 2026 - 20:00

Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes

MAIS ENERGIA PARA A CARTEIRA

Tchau, Vale (VALE3): BTG escolhe nova “vaca leiteira” para sua carteira de dividendos — saiba qual é a ação escolhida para renda passiva

3 de fevereiro de 2026 - 18:35

A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos

DA CIDADE PARA O CAMPO

BTAL11 migra para fiagro e terá primeiro programa de recompra de cotas; entenda os impactos para os cotistas

3 de fevereiro de 2026 - 14:02

A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão

MERCADOS HOJE

Ibovespa salta para históricos 187 mil pontos e dólar cai. Corte da Selic é um dos gatilhos do recorde, mas não é o único

3 de fevereiro de 2026 - 12:31

Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026

DEPOIS DE A HOLDING PEDIR RJ

Fictor Alimentos (FICT3) desaba 40% na B3. Por que o mercado não acreditou que a empresa ficará de fora da RJ da holding?

2 de fevereiro de 2026 - 15:34

Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação

DESTAQUES DA BOLSA

Raízen (RAIZ4) dispara, volta a ser negociada acima de R$ 1 e lidera as altas do Ibovespa na semana; veja os destaques

1 de fevereiro de 2026 - 15:00

Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice

CRIPTOMOEDAS HOJE

US$ 2,4 bilhões liquidados em 24 horas: Bitcoin (BTC) sofre nova derrocada e opera abaixo dos US$ 80 mil. O que explica?

1 de fevereiro de 2026 - 12:01

Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas

BALANÇO DO MÊS

Ibovespa dispara em janeiro e nenhum outro investimento foi páreo — nem mesmo o ouro

30 de janeiro de 2026 - 19:34

Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente

NÃO PERCA O PRAZO

Gol (GOLL54) vai sair da bolsa com OPA, mas adesão ao leilão não é automática; veja o que o investidor deve fazer

30 de janeiro de 2026 - 18:13

A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa

DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar