O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De acordo com sua conta no twitter, o modelo de negócios será focado em desenvolvimento compartilhado do projeto e serviços financeiros descentralizados
As inovações tecnológicas têm aparecido com um espaço de tempo cada vez mais curto. Se pensarmos na internet, que surgiu entre os anos 1980 e 1990 até o atual momento da criptoeconomia, temos pouco mais de 40 anos.
E Jack Dorsey, CEO da empresa de pagamentos Square e da rede social Twitter, pretende lançar uma nova plataforma de negociação focada em bitcoin. De acordo com sua conta no twitter, o modelo de negócios será focado em desenvolvimento compartilhado do projeto e serviços financeiros descentralizados.
A nova iniciativa está sendo liderada por Mike Brock, que atualmente atua como Líder de Desenvolvimento Estratégico para Cash App, atualmente a principal plataforma de pagamentos da Square. Dorsey é um entusiasta do bitcoin e seu último projeto divulgado foi uma hardware que funciona como wallet de criptomoedas.
De acordo com o CEO da Square, maiores informações devem ser divulgadas em breve. Isso inclui uma conta oficial do projeto no Twitter e no GitHub, rede social colaborativa de programadores.
De acordo com o próprio Dorsey, a conta no twitter já foi feita:
Leia Também
A Square já havia comprado o equivalente a US$ 170 milhões em bitcoin para compôr o balanço da empresa. De acordo com o relatório do quarto trimestre, o bitcoin foi responsável por US$ 1,76 bilhão de receita através do Cash App. Em 2020, a receita foi de US$ 4,57 bilhões, nove vezes maior que em 2019, quando registrou US$ 97 milhões.
E o futuro parece promissor para o setor de pagamentos em criptomoedas. A Visa lançou um relatório da última semana trazendo a visão da empresa sobre as moedas digitais.
Só no primeiro semestre deste ano, a Visa registrou uma movimentação de US$ 1 bilhão em criptomoedas. Os planos incluenc conectar mais de 70 milhões de clientes por meio de seus cartões, maquininhas e plataformas de pagamentos.
A maior empresa de pagamentos do mundo já está em contato com mais de 50 corretoras de criptomoedas, as exchanges, para lançar um cartão conectado à conta dos usuários. Entre os nomes, estão a Coinbase, BlockFi e Fold, algumas das principais exchanges do mundo.
De acordo com o relatório da Visa, a empresa deve focar em segurança digital, privacidade, migração para o modelo online de pagamento e escalabilidade do negócio envolvendo blockchains. Interoperabilidade global e auditabilidade das transações também estão no radar da empresa.
Também existe um otimismo generalizado em torno das Moedas Digitais de Bancos Centrais (CBDC, na sigla em inglês). A empresa está de olho principalmente nos setor de privacidade e capacidade de operação offline das CBDCs para que possam atingir o maior público possível, de acordo com o relatório.
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA
Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril
Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda
O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional
XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo
Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital
Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã
Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental
Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda
Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica
Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas
Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG
Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce