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Depois da aprovação do primeiro ETF em criptomoedas, o bitcoin (BTC) não para de subir e as estimativas são otimistas — mas os EUA podem mudar o jogo
Os investidores em criptomoedas estão mais animados do que nunca nesta quarta-feira (20), após o bitcoin (BTC) renovar as máximas históricas acima dos US$ 66 mil.
Na esteira das boas notícias, a aprovação do primeiro fundo de índice (ETF, em inglês) em criptomoeda dos Estados Unidos também impulsiona as cotações hoje.
Nos últimos sete dias, o bitcoin acumula alta de 20,63% e, em outubro, o avanço é de 50,40%. Historicamente, outubro é o período do ano em que a criptomoeda tem as maiores altas, por isso os investidores apelidaram o mês de “uptober”.
Para o especialista em criptomoedas da Empiricus, André Franco, a alta das últimas semanas pode “ficar no chinelo” diante do que vem por aí. “O bitcoin pode chegar facilmente nos US$ 100 mil”, afirma ele, em entrevista ao Papo Cripto, programa sobre bitcoin e criptomoedas no canal do Seu Dinheiro no YouTube
Entretanto, existem alguns problemas que o bitcoin irá enfrentar pelo caminho. Em um comunicado recente, a Secretaria do Tesouro dos EUA afirmou que deve apertar o cerco contra criptomoedas e atualizar os sistemas de fiscalização sobre criptoativos.
Essa legislação não deve ser tão proibitiva quanto as restrições da China às criptomoedas, mas os investidores estão receosos de que os debates não atendam às necessidades reais do mercado.
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Na entrevista ao Papo Cripto, André Franco fala sobre o que espera para a trajetória do bitcoin neste rali de final de ano — e as apostas no mercado de moedas alternativas ao BTC:
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