O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A empresa está preparada para deixar a recuperação judicial para trás com sucesso, ao que tudo indica, o que a coloca num excelente ponto de entrada, de acordo com Larissa Quaresma

Em recuperação judicial desde 2016, a Oi (OIBR3; OIBR4) começa a dar sinais de que pode voltar com tudo a partir de 2022. Com a venda de ativos e a desalavancagem financeira, a empresa deve começar um novo capítulo a partir do ano que vem, deixando o endividamento para trás.
De acordo com dados de consenso de mercado compilados pelo portal TradeMap, as ações ON da companhia têm potencial para subir de 134% a 254% no longo prazo. O papel tem 3 recomendações de compra e uma para manter.
Para a analista de ações da Empiricus, Larissa Quaresma, a ação está em um excelente ponto de entrada e ela recomenda a compra dos papéis. Mas, é importante lembrar que a empresa ainda se encontra em uma situação delicada, portanto, trata-se de um investimento de alto risco e o investidor que escolher aplicar deve se limitar a uma pequena parcela de seu patrimônio.
No vídeo abaixo, Quaresma fala mais sobre isso e ainda comenta outras ações de peso que viraram verdadeiras pechinchas com a queda da Bolsa, como Cosan (CSAN3) - maior conglomerado de infraestrutura do Brasil - e Vale (VALE3). Confira:
O olhar promissor para as ações da Oi, hoje abaixo dos R$ 2, parte do progresso rápido na venda de ativos e a expectativa de término da recuperação judicial.
Além disso, há um evento importante no horizonte da Oi: o parecer do Cade quanto à venda da divisão de telefonia móvel para Tim, Vivo e Claro. O órgão já sinalizou que essa é uma transação complexa; a aprovação ou não é vista pelo mercado como um 'divisor de águas' na tese de investimento.
Leia Também
Se o negócio avançar, espera-se um salto nas cotações da operadora. Abaixo falaremos sobre o que será a “nova Oi”, mas enxuta e eficiente. Porém, antes, você pode conferir uma análise que o analista de ações exponenciais, Henrique Florentino, fez no YouTube do Seu Dinheiro:
Desde novembro de 2020, quatro grandes grupos de ativos foram vendidos pela Oi como forma de se recuperar da dívida de R$ 64 bilhões — um dos maiores pedidos de recuperação judicial da história do país. São eles:
Até o momento, os desinvestimentos levantados pela companhia somam R$ 34,6 bilhões. Assim, em entrevista exclusiva para o Seu Dinheiro, o CEO da Oi, Rodrigo Abreu considera que o mau momento na história da empresa deve ficar para trás a partir de 2022.
Em julho, a Oi divulgou seu plano estratégico até 2024, que projeta uma receita líquida de até R$ 15,5 bilhões e Ebitda de até R$ 2,3 bilhões. O valor é modesto em comparação ao ano de 2028, por exemplo, quando a teve uma receita na casa dos R$ 18 bilhões.
Mas, trata-se do resultado do que o próprio CEO classifica como uma Oi ‘mais enxuta e eficiente’. Com a venda de ativos e simplificação da estrutura da companhia, os resultados tendem a ser mais modestos, no entanto, serão sustentáveis no longo prazo.
No projeto da ‘Oi do futuro’, a conexão banda larga de alta velocidade será o carro-chefe da empresa. Ou seja, os dias de Oi enquanto operadora de celular ficaram para trás. Mas, há mais projetos:
Ao fim de todo o processo de reestruturação, a Oi será dona de 42,1% da V.tal e de 100% de outras duas empresas:
A recuperação judicial está prevista para ser encerrada em março de 2022, de acordo com a 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
O ‘adeus’ ao status da recuperação judicial não significa que a Oi não terá mais compromissos com os credores, já que todas as definições assinadas anteriormente continuarão valendo até os créditos sejam equacionados. Mas, com o fim da supervisão, a vida começa a voltar ao normal — e o foco fica cada vez mais nas operações.
Apesar disso, ao fim do terceiro trimestre a dívida líquida da Oi ficou em R$ 29,9 bilhões, alta de 40,7% em um ano e aumento de 16,4% frente ao segundo trimestre. No período, a companhia registrou prejuízo de R$ 4,8 bilhões, uma alta de 82,4% nas perdas, na comparação com o mesmo período do ano passado, de R$ 2,6 bilhões.
A Oi destaca que, na comparação anual houve aumento das despesas financeiras consolidadas por conta da desvalorização do real frente ao dólar, que somaram menos R$ 2,3 bilhões, ante menos R$ 1 bilhão de um ano antes. No 2º trimestre, as despesas financeiras e outras receitas foram negativas em R$ 237 milhões.
Assim, o resultado cambial líquido ficou negativo em R$ 1,2 bilhão no 3º trimestre, ante perda de R$ 440 milhões de um ano antes, enquanto no 2º trimestre deste ano foi positivo em R$ 1,9 bilhão.
PEDIDO ENTREGUE
TEMPORADA DE BALANÇOS
DISPUTA PELO CAPITAL GLOBAL
MEXENDO NO PORTFÓLIO
CASTIGO DO MONSTRO
SURPRESA NEGATIVA
MERCADOS
TEMPORADA DE BALANÇOS
ALÍVIO PASSAGEIRO?
TEMPORADA DE BALANÇOS
EM EXPANSÃO
REABERTURA DE JANELA?
TEMPORADA DE BALANÇOS
CARTEIRA RECOMENDADA
BANCANDO O PREÇO DE CRESCER
DECEPCIONOU?
RESULTADOS TRIMESTRAIS
ENGORDANDO A CARTEIRA
CLIMA BAIXO ASTRAL
FIM DA SECA DE IPOS