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Bia Azevedo

Bia Azevedo

Jornalista pela Universidade de São Paulo (USP). Em 2025, esteve entre os 50 jornalistas mais admirados da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já trabalhou como coordenadora e editora de conteúdo das redes sociais do Seu Dinheiro e Money Times. Além disso, é pós-graduada em Comunicação digital e Business intelligence pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

FIM DA RECUPERAÇÃO JUDICIAL?

Ação da Oi (OIBR3) pode triplicar – e analista diz que é ‘hora de comprar’; entenda

A empresa está preparada para deixar a recuperação judicial para trás com sucesso, ao que tudo indica, o que a coloca num excelente ponto de entrada, de acordo com Larissa Quaresma

Bia Azevedo
Bia Azevedo
12 de novembro de 2021
14:57 - atualizado às 9:12
Imagem com logo da Oi
Loja da Oi - Imagem: Shutterstock

Em recuperação judicial desde 2016, a Oi (OIBR3; OIBR4) começa a dar sinais de que pode voltar com tudo a partir de 2022. Com a venda de ativos e a desalavancagem financeira, a empresa deve começar um novo capítulo a partir do ano que vem, deixando o endividamento para trás. 

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De acordo com dados de consenso de mercado compilados pelo portal TradeMap, as ações ON da companhia têm potencial para subir de 134% a 254% no longo prazo. O papel tem 3 recomendações de compra e uma para manter. 

Para a analista de ações da Empiricus, Larissa Quaresma, a ação está em um excelente ponto de entrada e ela recomenda a compra dos papéis. Mas, é importante lembrar que a empresa ainda se encontra em uma situação delicada, portanto, trata-se de um investimento de alto risco e o investidor que escolher aplicar deve se limitar a uma pequena parcela de seu patrimônio.

No vídeo abaixo, Quaresma fala mais sobre isso e ainda comenta outras ações de peso que viraram verdadeiras pechinchas com a queda da Bolsa, como Cosan (CSAN3) - maior conglomerado de infraestrutura do Brasil - e Vale (VALE3). Confira:

Fim da recuperação judicial - e com sucesso, ao que tudo indica

O olhar promissor para as ações da Oi, hoje abaixo dos R$ 2, parte do progresso rápido na venda de ativos e a expectativa de término da recuperação judicial.

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Além disso, há um evento importante no horizonte da Oi: o parecer do Cade quanto à venda da divisão de telefonia móvel para Tim, Vivo e Claro. O órgão já sinalizou que essa é uma transação complexa; a aprovação ou não é vista pelo mercado como um 'divisor de águas' na tese de investimento.

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Se o negócio avançar, espera-se um salto nas cotações da operadora. Abaixo falaremos sobre o que será a “nova Oi”, mas enxuta e eficiente. Porém, antes, você pode conferir uma análise que o analista de ações exponenciais, Henrique Florentino, fez no YouTube do Seu Dinheiro:

A ‘nova Oi’:

Desde novembro de 2020, quatro grandes grupos de ativos foram vendidos pela Oi como forma de se recuperar da dívida de R$ 64 bilhões — um dos maiores pedidos de recuperação judicial da história do país. São eles: 

  • Torres móveis vendidas à Highline do Brasil por R$ 1,07 bilhão; 
  • Os data centers vendidos à Piemont Holdings por R$ 325 milhões; 
  • A rede de telefonia móvel para o consórcio de Vivo, Tim e Claro — ainda sujeito a aprovação do Cade;  
  • Rede neutra de fibra óptica cujo novo dono é o BTG Pactual, com 57,9% da InfraCo, por R$ 12,9 bilhões. 

Até o momento, os desinvestimentos levantados pela companhia somam R$ 34,6 bilhões. Assim, em entrevista exclusiva para o Seu Dinheiro, o CEO da Oi, Rodrigo Abreu considera que o mau momento na história da empresa deve ficar para trás a partir de 2022. 

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Em julho, a Oi divulgou seu plano estratégico até 2024, que projeta uma receita líquida de até R$ 15,5 bilhões e Ebitda de até R$ 2,3 bilhões.  O valor é modesto em comparação ao ano de 2028, por exemplo, quando a teve uma receita na casa dos R$ 18 bilhões. 

Mas, trata-se do resultado do que o próprio CEO classifica como uma Oi ‘mais enxuta e eficiente’. Com a venda de ativos e simplificação da estrutura da companhia, os resultados tendem a ser mais modestos, no entanto, serão sustentáveis no longo prazo. 

No projeto da ‘Oi do futuro’, a conexão banda larga de alta velocidade será o carro-chefe da empresa. Ou seja, os dias de Oi enquanto operadora de celular ficaram para trás. Mas, há mais projetos: 

Ao fim de todo o processo de reestruturação, a Oi será dona de 42,1% da V.tal e de 100% de outras duas empresas:

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  • Serede, de prestação de serviços técnicos e de logística;
  • Tahto, plataforma de relacionamento e atendimento a clientes.

A recuperação judicial está prevista para ser encerrada em março de 2022, de acordo com a 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. 

O ‘adeus’ ao status da recuperação judicial não significa que a Oi não terá mais compromissos com os credores, já que todas as definições assinadas anteriormente continuarão valendo até os créditos sejam equacionados. Mas, com o fim da supervisão, a vida começa a voltar ao normal — e o foco fica cada vez mais nas operações.

Apesar disso, ao fim do terceiro trimestre a dívida líquida da Oi ficou em  R$ 29,9 bilhões, alta de 40,7% em um ano e aumento de 16,4% frente ao segundo trimestre. No período, a companhia registrou prejuízo de R$ 4,8 bilhões, uma alta de 82,4% nas perdas, na comparação com o mesmo período do ano passado, de R$ 2,6 bilhões.

A Oi destaca que, na comparação anual houve aumento das despesas financeiras consolidadas por conta da desvalorização do real frente ao dólar, que somaram menos R$ 2,3 bilhões, ante menos R$ 1 bilhão de um ano antes. No 2º trimestre, as despesas financeiras e outras receitas foram negativas em R$ 237 milhões.

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Assim, o resultado cambial líquido ficou negativo em R$ 1,2 bilhão no 3º trimestre, ante perda de R$ 440 milhões de um ano antes, enquanto no 2º trimestre deste ano foi positivo em R$ 1,9 bilhão.

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