O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Aquisição da Meu Acerto abre nova frente de atuação da instituição financeira da família Menin, dona da construtora MRV
O Banco Inter (BIDI11) continua no mercado em busca de ativos para expandir suas operações.
Depois de anunciar, em novembro, a compra da empresa de adquirência BMG Granito, a empresa divulgou nesta sexta-feira (18) a aquisição de participação na Meu Acerto. O valor da transação não foi divulgado.
Parceiro comercial da Meu Acerto desde 2017, ano em que ela iniciou suas operações, o Inter justificou a operação afirmando que ela vai acelerar a evolução de seu modelo de Winback, que compreende os pilares de Cobrança, Reativação e Retenção de bases de clientes.
“Como resultado desta aquisição, pretendemos desenvolver as sinergias entre os serviços oferecidos pelo Inter e as atividades exercidas pela Meu Acerto, para que a operação proporcione a aceleração do desenvolvimento de competências de reativação de bases de clientes, além de atividades de cobrança e recuperação de crédito mais eficientes, modernas e mais integradas ao perfil tecnológico e inovador do Inter”, afirma, em nota, o CEO do Inter, João Vitor Menin.
Após o fechamento do acordo, que depende do cumprimento de condições precedentes, incluindo a aprovação do Banco Central, o Inter deterá 60% do capital social da Meu Acerto. Os sócios fundadores da empresa seguem como executivos à frente da gestão, mantendo os 40% restantes.
Esta é uma das aquisições que ocorreram depois de o Inter levantar R$ 1,1 bilhão em uma oferta subsequente de ações (follow on), no começo de setembro. Na ocasião, o banco informou que os recursos seriam destinados a investimentos no lançamento de novos produtos e expansão dos negócios por meio de aquisições estratégicas.
Leia Também
A Kepler Weber (KEPL3) fechou acordo para combinação de negócios com a Grain & Protein Technologies (GPT), após cerca de quatro meses de negociações, mostra fato relevante divulgado ao mercado nesta segunda-feira (2). A GPT, empresa com sede global em Illinois, nos EUA, propôs pagar R$ 11 por ação da companhia de armazenamento de grãos. […]
Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa
A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica
Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação
Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou