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promessa para 2021

Governo recorre ao período FHC para justificar demora em privatizações

Adolfo Sachsida citou a ausência de privatizações no primeiro ano do governo tucano e disse que a agenda deve ganhar velocidade em 2021

17 de novembro de 2020
19:17 - atualizado às 19:18
O secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida
O secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida - Imagem: Gustavo Raniere/ME

O secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, citou a ausência de privatizações no primeiro ano do governo Fernando Henrique Cardoso (FHC) para explicar a demora na agenda de privatizações da atual gestão.

Segundo o integrante do governo, a agenda deve ganhar velocidade no ano que vem. "O FHC foi o presidente com maior sucesso em privatizações, mas quantas empresas ele privatizou no primeiro ano? Processo de privatização é lento", disse nesta terça-feira (17).

Sachsida enfatizou que no terceiro ano do mandato do presidente Jair Bolsonaro as privatizações vão sair. Ele citou Correios e Eletrobras entre as empresas a serem transferidas para o setor privado, junto com a concessão do porto de Santos.

"Vamos privatizar os Correios, a Eletrobrás, e vamos fazer a concessão do porto de Santos", afirmou o secretário. "Pode cobrar, nós vamos abrir a economia brasileira, mas dando passo a passo e de forma responsável", também prometeu.

Até dezembro de 2021

No último dia 10, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que pretendia vender para a iniciativa privada até dezembro de 2021 uma série de empresas.

Estão na lista de Guedes os Correios, o Porto de Santos, a Eletrobras e a PPSA, a estatal que administra o sistema de partilha de petróleo do pré-sal.

Guedes falou em junho anunciar quatro grandes privatizações em até 90 dias, mas descumpriu o próprio prazo.

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