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visão do presidente da Casa

Impacto das eleições na agenda do Congresso será limitado, diz Maia

Segundo ele, há um grande número de deputados nessa legislatura que não têm relação com eleições municipais

30 de janeiro de 2020
12:36 - atualizado às 12:37
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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. - Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, voltou a dizer que acredita que o impacto das eleições municipais na agenda do Congresso Nacional será limitado. Segundo ele, há um grande número de deputados nessa legislatura que não têm relação com eleições municipais.

Maia disse que o quórum pode ser afetado em alguns períodos. "É claro que em algumas semanas o quórum pode ser afetado por eleições, mas não da forma como alguns dizem na imprensa", disse.

Maia afirmou ainda que as corporações perderam força no Congresso Nacional e criticou, por exemplo, o direito a honorários de sucumbência dados à Advocacia-Geral da União no passado.

"Não sei como aprovamos isso", frisou. Ele voltou a criticar também o tamanho e abrangência da Receita Federal e, ainda, a escalada rápida dos servidores públicos em geral ao topo da carreira.

"A agenda do servidor ainda está muito contaminada com seus próprios interesses. Não pode ter um salário médio no setor público do jeito que tem e a renda per capita média no Brasil de R$ 2 mil", disse.

Guedes

Maia também voltou a cobrar a participação do ministro da Economia, Paulo Guedes, na articulação pelas reformas econômicas no Congresso.

"Independência de Poderes não é cada um trabalhar no seu canto. Não é 'eu fiz a minha parte e agora você faz a sua'. É importante o ministro estar próximo, para mostrar à sociedade e aos parlamentares sobre a importância das reformas", disse o deputado a jornalistas, após participar de evento em São Paulo.

Guedes participou do mesmo evento antes de Maia e disse que o papel do poder Executivo é encaminhar os projetos ao Congresso, que, por sua vez, dará o ritmo da tramitação. "Cabe ao Executivo encaminhar a estrutura (dos projetos). O Congresso é quem dá o ritmo. A classe política sentou no comando da economia. Não tem mais essa de superministro", afirmou.

Maia, na sua vez, rebateu o ministro ao dizer que não pode ficar tudo nas costas do Parlamento e que a participação do governo federal é decisiva para o sucesso da agenda. Depois, na saída do evento, ao conversar com jornalistas, foi questionamento novamente sobre o tema e repetiu o argumento.

*Com Estadão Conteúdo

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