Menu
2020-07-20T18:13:25-03:00
5 pontos acima da pior avaliação

Aprovação a Bolsonaro cresce pela quarta vez seguida para 30%, indica pesquisa

Na passagem de junho para julho, a proporção dos que consideram Bolsonaro “ruim ou péssimo” cedeu de 48% para 45%, ainda dentro da margem

20 de julho de 2020
18:13
49866409243_2c45677dc2_c
(Brasília - DF, 07/05/2020) Presidente da República, Jair Bolsonaro. - Imagem: Marcos Corrêa/PR

A aprovação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) subiu dois pontos porcentuais entre os dias 20 de junho e 20 de julho, de acordo com pesquisa de opinião XP/Ipespe. A razão dos que consideravam Bolsonaro "ótimo ou bom" oscilou de 28% para 30%, dentro da margem de erro de 3,2 pontos porcentuais.

Com a elevação, a aprovação ao presidente ficou cinco pontos porcentuais acima do pior momento, em maio. É a quarta elevação consecutiva da avaliação positiva do presidente. Na passagem de junho para julho, a proporção dos que consideram Bolsonaro "ruim ou péssimo" cedeu de 48% para 45%, ainda dentro da margem. Os que enxergam o governo como "regular" passaram de 22% para 24%.

Expectativa

A expectativa da população para o restante do mandato de Bolsonaro também melhorou. Os que consideram que o presidente fará um governo ótimo ou bom nos próximos anos subiram de 29% para 33%, enquanto a avaliação ruim ou péssima cedeu de 46% para 43%.

Economia

A avaliação acerca da economia brasileira também melhorou desde junho. A proporção de pessoas que considera que a economia está no caminho certo subiu de 29% para 33%, enquanto os que veem a economia no caminho errado caíram de 53% para 52%. Todas as variações estão dentro da margem de erro.

A razão de pessoas que enxergam chance grande ou muito grande de manter o emprego nos próximos seis meses subiu de 44% para 46%. Os que consideram que a probabilidade de continuar empregados é pequena ou muito pequena caíram de 48% para 46%.

Ao mesmo tempo, a razão dos que consideram que suas dívidas devem aumentar ou aumentar muito nos próximos seis meses cedeu marginalmente, de 33% para 32%, enquanto os que esperam que as dívidas diminuam ou diminuam muito aumentaram de 21% para 23%.

Sobre o uso do auxílio emergencial, 36% da população afirma que já recebeu o benefício, enquanto 6% dizem que ainda vão receber e 57% afirmam que não vão receber, porque não se enquadram nos critérios.

Entre os que tiveram direito ao benefício, 39% afirmaram ter usado os recursos para comprar alimentos e produtos para o abastecimento de casa; 18%, para pagar contas; e 16%, para quitar dívidas.

A pesquisa XP/Ipespe realizou mil entrevistas telefônicas entre os dias 13, 14 e 15 de julho. A amostra foi ponderada por sexo, tipo de cidade, região, idade, porte do município, religião, ocupação, nível educacional e renda do entrevistado.

Comentários
Leia também
A REVOLUÇÃO 3.0 DOS INVESTIMENTOS

Que pi… é essa?

Eu decidi sair do banco, mas não queria entrar em uma enrascada. Bem, acredito que eu tenha encontrado um portal para fugir dessa Caverna do Dragão das finanças. E cá estou para explicar essa descoberta.

O tamanho da conta

Conta da pandemia chega a R$ 700 bilhões

Segundo levantamento do Estadão, pandemia deve custar isso só em 2020, o equivalente a quase 10% do PIB e a R$ 3,3 mil para cada brasileiro. Quantia seria suficiente para pagar o Bolsa Família por 21 anos

Canetada

Trump assina quatro decretos com estímulos à economia

Diante do fracasso das negociações entre republicanos e democratas para novo pacote de ajuda trilionário, presidente americano partiu para a canetada

ARMADILHAS FINANCEIRAS

Dois investimentos que parecem uma boa, mas são ‘cilada’

As armadilhas costumam travestir-se de “grandes retornos, com baixo risco”.

Coronavírus

Brasil atinge 100 mil mortos por covid-19; STF decreta luto de 3 dias

Enquanto isso, Bolsonaro destaca 2 milhões de recuperados

Balanço

Lucro da Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, sobe 87% no 2º trimestre

Recuperação do mercado de ações teve bons reflexos no balanço da companhia do megainvestidor Warren Buffett, mas no ano a empresa ainda amarga prejuízo

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu
Advertisements