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2020-05-29T08:25:00-03:00
em meio à crise

Desaprovação do governo sobe, aponta Datafolha

Número chegou a um nível recorde de 43%. Essa é a parcela da população que considera a gestão ruim ou péssima. Já os que a veem como ótima ou boa são 33%

29 de maio de 2020
8:22 - atualizado às 8:25
20/03/2020 Coletiva de Imprensa do Presidente da República, Jair Bolsonaro e Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta
20/03/2020 Coletiva de Imprensa do Presidente da República, Jair Bolsonaro e Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta - Imagem: Isac Nóbrega/PR

A desaprovação ao governo do presidente Jair Bolsonaro chegou ao nível recorde de 43%, segundo pesquisa telefônica feita pelo instituto Datafolha no início desta semana e divulgada nesta quinta-feira. Essa é a parcela da população que considera a gestão ruim ou péssima. Já os que a veem como ótima ou boa são 33%.

Em relação à pesquisa anterior, feita há um mês, a desaprovação subiu cinco pontos porcentuais, mas a aprovação se manteve estável. Houve diminuição da parcela que vê o governo como regular, de 26% para 22%.

A pesquisa foi realizada após a divulgação do vídeo da reunião ministerial em que Bolsonaro falou da necessidade de proteger sua família e que, segundo o ex-ministro Sérgio Moro, demonstrou ingerência indevida na Polícia Federal. Entre os que assistiram ao vídeo, a desaprovação ao governo ficou acima da média: 53%.

No segmento dos entrevistados que ganham mais de dez salários mínimos, as opiniões sobre o governo são mais extremadas: 49% o qualificam como ruim ou péssimo, e 42% o veem como bom ou ótimo. No meio do caminho, apenas 8% optam pela classificação de regular.

Mulheres

A divisão dos entrevistados por escolaridade mostra que a maior desaprovação ocorre entre os que têm curso superior: 56% - 20 pontos porcentuais a mais do que na faixa que cursou apenas o ensino fundamental.

Na divisão por gênero, a insatisfação com a gestão é maior entre as mulheres: 46%, em comparação com 41% entre os homens. Nas diferentes regiões, as maiores taxas de desaprovação estão no Nordeste (48%) e no Sudeste (45%).

O Datafolha fez as pesquisas por telefone para evitar abordagens pessoais, em razão da pandemia de covid-19. Como a metodologia é diferente, o instituto alertou que os dados devem ser analisados com cautela.

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