O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo a companhia, a melhora no resultado foi fruto de aumento da receita com serviços móveis, aceleração no crescimento com serviços fixos, e manutenção de um forte controle de custos e despesas
A Tim Participações divulgou um lucro normalizado de R$ 2,049 bilhões em 2019, crescimento de 32,1%. A conta fechada do ano foi possível após a empresa apresentar os números do quarto trimestre: alta de 28,7% no lucro normalizado. Segundo analistas ouvidos pela Bloomberg, o lucro no ano chegaria a R$ 2,326 bilhões.
Segundo a companhia, a melhora no resultado foi fruto de aumento da receita com serviços móveis, aceleração no crescimento com serviços fixos, e manutenção de um forte controle de custos e despesas. A margem Ebitda da Tim passou de 40,8% para 42,9% em um ano.
O lucro líquido da empresa no quarto trimestre, sem os efeitos da norma IFRS 16, foi de R$ 756 milhões, alta de 19,6% ante os R$ 632 milhões apurados um ano antes. Em todo o ano passado, o lucro da Tim cresceu 47,9%, para R$ 3,765 bilhões.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) reportado da Tim no trimestre ficou em R$ 1,967 bilhão, crescimento de 8% ante o mesmo período de 2018. No ano, esse indicador ficou em R$ 8,328 bilhões, alta de 30,7%. No critério normalizado, o crescimento no trimestre foi de 8,1%, e no ano, de 6,7%.
A receita líquida da tele no quarto trimestre cresceu 2,9%, para R$ 4,587 bilhões. No ano passado, somou R$ 17,377 bilhões, avanço de 2,3%. O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 81 milhões no trimestre, e positivo em R$ 614 milhões no ano. Os desempenhos representam piora de 40,5% no trimestre, e uma reversão de desempenho negativo em todo o ano de 2018.
*Com Estadão Conteúdo
Leia Também
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas