O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A última linha do resultado da Suzano foi afetada pela desvalorização cambial que pesa sobre a dívida. Mas o Ebitda superou de longe as estimativas do mercado
O segundo trimestre foi marcado por um prejuízo bilionário da Suzano Papel e Celulose. Mais precisamente de R$ 2,1 bilhões. Mas as ações da companhia reagem em forte alta hoje na B3 diante dos dados operacionais bem acima do esperado pelos analistas.
A última linha do resultado foi afetada pela desvalorização cambial que pesa sobre a dívida. Mas o Ebitda, que representa o lucro antes do pagamento de juros, impostos, depreciação e amortização, superou de longe as estimativas do mercado.
No pregão de hoje, as ações da Suzano (SUZB3) fecharam em forte alta de 5,92%, a R$ 50,49. Leia também nossa cobertura completa de mercados.
O Ebitda de R$ 4,18 milhões da companhia no segundo trimestre ficou 20% acima das projeções do BTG Pactual. Para os analistas, trata-se de um feito, ainda mais considerando o cenário de preços da celulose deprimidos.
O aumento da dívida líquida da Suzano em decorrência da alta do dólar foi compensada pelos surpreendentes resultados operacionais, segundo os analistas. Com a demanda acima do esperado, a empresa aproveitou para reduzir os estoques no trimestre. Embora a dívida elevada seja um problema, o BTG entende que a alavancagem chegou ao pico.
“Considerando o ponto do ciclo, acreditamos que esses são resultados relativamente fortes e esperamos que a alavancagem caia gradualmente nos próximos trimestres”, escreveram os analistas, que reiteraram a recomendação de compra para as ações.
Leia Também
Na análise da XP Investimentos, os resultados da Suzano também surpreenderam positivamente, com destaque para os volumes mais altos de celulose e preços melhores em consequência do dólar mais alto.
“Mantemos nossa visão positiva para os preços da celulose no futuro (US$ 490/t em média para 2020), com continuidade na recuperação da demanda na China e a falta de novos projetos para frente”, escreveu o analista Yuri Pereira.
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar
Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira