O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As áreas, inseridas no programa de desinvestimento da estatal, estão na Bacia de Campos, em águas rasas, onde a produção caiu à metade nos últimos 10 anos, segundo a ANP
A diretoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) autorizou a Petrobras a ceder o direito de dez contratos de concessão à Trident Energy do Brasil, dos polos Pambo e Enchova. A cessão inclui os campos de Badejo, Bicudo, Bonito, Enchova Oeste, Enchova, Linguado, Marimbá, Pampo, Piraúna e Trilha.
As áreas, inseridas no programa de desinvestimento da estatal, estão na Bacia de Campos, em águas rasas, onde a produção caiu à metade nos últimos 10 anos, segundo a ANP.
"O processo é importante para a revitalização dessa porção da bacia, a partir da atração de investimentos que resultarão na geração de emprego, renda, royalties e participações especiais", afirmou a agência, em nota.
A expectativa é que sejam investidos nas áreas cerca de US$ 1 bilhão, previstos nos Planos de Desenvolvimento desses campos, com potencial de adição de 203,5 milhões de barris de óleo em reservas.
Além disso, há a previsão de investimentos contingentes da ordem de US$ 1,3 bilhão.
Após a assinatura dos termos aditivos aos contratos de concessão, a Trident Energy do Brasil, ingressante na exploração e produção de petróleo e gás no Brasil, será a operadora e única concessionária nesses campos.
Leia Também
Em abril, esses campos produziram, juntos, cerca de 22 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/d), de acordo com a agência.
A Kepler Weber (KEPL3) fechou acordo para combinação de negócios com a Grain & Protein Technologies (GPT), após cerca de quatro meses de negociações, mostra fato relevante divulgado ao mercado nesta segunda-feira (2). A GPT, empresa com sede global em Illinois, nos EUA, propôs pagar R$ 11 por ação da companhia de armazenamento de grãos. […]
Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa
A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica
Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação
Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou