O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Inaugurado em 1922 para ser o primeiro cinco estrelas do Brasil, o Glória, em quase um século de existência, foi prestigiado por 19 chefes de Estado, além de artistas e políticos do mundo todo
Ícone dos charmosos anos 1920 carioca e também da derrocada do Estado do Rio de Janeiro na última década, o Hotel Glória, na zona sul carioca, tem novo dono. O Opportunity Fundo de Investimento Imobiliário informou neste domingo ter fechado acordo para comprar o imóvel do fundo árabe Mubadala, que há mais de seis meses buscava investidores para o prédio abandonado.
Nas mãos do Opportunity, o Glória vai ser transformado em edifício residencial. Os primeiros desenhos do projeto vão ser entregues à prefeitura e órgãos de patrimônio nos próximos meses. "Há muito a ser feito ainda. Queremos preservar a memória do hotel que completará 100 anos de construção em breve. Vamos trabalhar para resgatar um patrimônio muito importante da cidade", afirmou Jomar Monnerat de Carvalho, gestor do fundo, em resposta ao Estadão/Broadcast. O projeto deve contar com a parceria da incorporadora e construtora SIG Engenharia.
Inaugurado em 1922 para ser o primeiro cinco estrelas do Brasil, o Glória, em quase um século de existência, foi prestigiado por 19 chefes de Estado, além de artistas e políticos do mundo todo. O prédio entrou para a história do carnaval do Rio por sediar um tradicional desfile de fantasias por 34 anos consecutivos, tendo Clovis Bornay como o eterno "hors concours" dos eventos.
Em 2008, foi adquirido por R$ 80 milhões pelo empresário Eike Batista, com a promessa de reformar o prédio e devolver o glamour do hotel, assim como de outros pontos marcantes da cidade. Mas, com a crise do Estado e escândalos de corrupção envolvendo o empresário e o ex-governador Sérgio Cabral, as obras de restauração foram paralisadas em 2013.
Apenas após três anos, em 2016, o prédio foi adquirido pelo Mubadala, como parte da reestruturação de uma dívida de US$ 2 bilhões do empresário com o fundo soberano dos Emirados Árabes Unidos. O Hotel Glória hoje está abandonado, cercado por redes de contenção e tapumes, num dos pontos mais nobres da capital carioca. Procurado, por meio de sua assessoria de imprensa, o grupo árabe não se manifestou sobre a negociação.
"A Glória (bairro onde está localizado o hotel) deve ser a bola da vez no desenvolvimento imobiliário carioca. Com certeza os órgãos de urbanismo e patrimônio vão ver este projeto com uma luz, e, se respeitado o patrimônio histórico, vão autorizar a transformação para seu uso residencial", avaliou Cláudio Castro, diretor da Sérgio Castro Imóveis.
Leia Também
Dois meses depois do início dos ressarcimentos, o FGC já devolveu R$ 38,9 bilhões, mas parte dos investidores ainda não apareceu
O pagamento ocorrerá até o dia 30 de abril de 2026. Receberão o JCP os acionistas com posição acionária na companhia em 23 de março de 2026
A CSN companhia confirmou a negociação e que a venda da sua divisão de cimentos foi incluída como garantia para obter condições mais vantajosas
O retorno sobre o patrimônio (RoE) ajustado atingiu 24,4% nos últimos três meses do ano passado, um aumento de 5,4 pontos porcentuais ante o mesmo intervalo de 2024
O Capitânia Logística (CPLG11) firmou contrato de 12 anos com empresa do Mercado Livre para desenvolver galpão sob medida em Jacareí, São Paulo
Mesmo sem exposição direta, banco estatal do Espírito Santo sente efeito do rombo bilionário no sistema; veja o que diz a administração
O que pesou sobre os papéis foi a expectativa pelo balanço da companhia referente ao quarto trimestre (4T25), que será apresentado ainda hoje (18), após o fechamento do mercado, e que deve vir com aumento na sinistralidade – de novo
3corações reforça presença na mesa do brasileiro, do café da manhã ao jantar. Essa é a segunda vez que a General Mills vende suas operações no Brasil
Transição para modelo de co-CEOs com executivos da casa não preocupa o banco, que vê continuidade na estratégia e reforço na execução da companhia
Empresas foram excluídas de dezenas de outros índices da B3 em meio a ações pressionadas e rebaixamentos de crédito no mercado
Potencial parceria surge após uma sequência de iniciativas que não conseguiram consolidar a recuperação da companhia, enquanto mercado se questiona: agora vai?
Uma redução mais relevante do endividamento dependerá de iniciativas de execução mais complexa, como a venda de ativos, mas que estão fora do controle da CSN, diz o banco
Decisão envolve supostas irregularidades em contratos com aposentados; banco nega problemas e promete contestar decisão na Justiça
O cenário não ajudou, com desaceleração do segmento de beleza. A empresa também perdeu mercado com a falta de lançamentos no ano passado e viu o número de consultoras caírem; veja o que esperar para a Natura daqui para a frente
A Petrobras passará a deter 100% de participação nos ativos que estavam sendo negociados
Decisão ocorre após liquidação da Will Financeira, que sustentava tentativa de recuperação do grupo
A proposta, que ainda deve ser aprovada em assembleia, prevê a ida de Fabio Cury, atual presidente da companhia, para o comando do conselho de administração
Do valor total, US$ 50 milhões serão pagos na data de assinatura do contrato, US$ 350 milhões no fechamento da operação e outras duas parcelas, no valor de US$25 milhões cada, em 12 e 24 meses após a conclusão do negócio
O anúncio da distribuição do JCP acontece quando a Itaúsa está nas máximas históricas, após saltar 57% nos últimos 12 meses
A sugestão do Nubank para integrar a instituição foi uma recomendação do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco