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Estadão Conteúdo

avanço do mercado acionário

Na B3, volume médio diário no mercado de ações cresce 75% em novembro

Número de investidores ativos quase dobrou em um ano, passando de 1,616 milhão para R$ 3,205 milhões, segundo a operadora da bolsa brasileira

Estadão Conteúdo
10 de dezembro de 2020
20:13 - atualizado às 16:33
bolsa b3 crise mercado
Analista observando os gráficos de ações na B3, localizada em São Paulo - Imagem: Shutterstock

A B3 divulgou seus destaques operacionais do mês de novembro, e no mercado à vista de renda variável, registrou volume financeiro médio diário de R$ 34,177 bilhões, valor 74,9% maior que o apurado no mesmo mês de 2019. Em relação a outubro, quando o volume foi de R$ 28,482 bilhões, houve alta de 20%.

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O número de investidores ativos quase dobrou em um ano, passando de 1,616 milhão para R$ 3,205 milhões. Em relação a outubro, houve um avanço de 0,9%. O número de empresas listadas saiu de 390 para 407 em 12 meses. O valor de mercado das empresas cresceu 2,5% em um ano, e 7% em um mês, para R$ 4,475 trilhões.

No mercado de derivativos e futuros, o volume de contratos caiu 22,8% em relação a novembro do ano passado, e 6,3% na comparação mensal, para 3,884 milhões. A maior queda foi registrada nos contratos de juros em reais, de 38,3% em relação a novembro do ano passado.

Ainda no mercado de futuros, a receita média por contrato teve crescimento de 83% na comparação anual, para R$ 2,503. Em relação a outubro, houve aumento de 13,2% neste indicador. O maior crescimento foi registrado no mercado de câmbio, de 47,7%.

Guidances

A B3 anunciou suas projeções (guidances) para o ano de 2021. A companhia espera chegar a uma alavancagem financeira, medida pela relação dívida bruta/Ebitda recorrente em 12 meses, de 1,5 vez. Os investimentos projetados no próximo ano estão entre R$ 420 milhões e R$ 460 milhões.

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A operadora da bolsa de valores brasileira espera despesas ajustadas entre R$ 1,225 bilhão e R$ 1,275 bilhão em 2021, e depreciação e amortização entre R$ 1,060 bilhão e R$ 1,110 bilhão. As despesas atreladas ao faturamento devem ficar entre R$ 225 milhões e R$ 265 milhões.

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A companhia também reafirmou as projeções para 2020, com alavancagem em 1,2 vez, investimentos entre R$ 395 milhões e R$ 425 milhões, despesas ajustadas entre R$ 1,125 bilhão e R$ 1,175 bilhão, depreciação e amortização em R$ 1,030 bilhão e R$ 1,080 bilhão e despesas atreladas ao faturamento entre R$ 170 milhões e R$ 200 milhões.

A B3 também manteve a projeção relacionada à distribuição de lucro aos acionistas tanto para este ano quanto para 2021, com a meta de distribuir entre 120% e 150% do lucro societário.

Tarifação

A B3 anunciou, em fato relevante, mudanças na sua política de tarifação no mercado de renda variável. A companhia havia anunciado em janeiro deste ano as alterações, mas afirma que "a integral implementação envolve desafios de preparação sistêmica pelo mercado". Por isso, a B3 resolveu estabelecer regras intermediárias que valem a partir de 02 de fevereiro de 2021.

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Nos serviços de negociação e pós-negociação no mercado à vista, haverá uma substituição no modelo de desconto progressivo baseado no ADTV global por nova tabela de preços. E haverá também uma tabela diferenciada para day traders, baseada no volume diário negociado, com a concessão de descontos mais acelerada e profunda.

Na Central Depositária de renda variável, a tarifa mensal de manutenção de conta de custódia será zerada, haverá isenção sobre o valor em custódia para contas com valores menores de R$ 20 mil, e atualização da tabela de custódia.

A B3 fez testes sobre os impactos deste novo modelo tarifário entre abril e junho de 2020, e naquele período, haveria uma redução de R$ 250 milhões nas receitas, correspondentes a dois terços das reduções líquidas previstas inicialmente, de R$ 400 milhões.

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