O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Enquanto uma empresa tem foco em produção de conteúdo, outra atua em comercialização de publicidade digital; aquisições acontecem em momento de mudança no varejo
O Magazine Luiza anunciou nesta quinta-feira (6) a aquisição das empresas Canaltech e Inloco Media, marcando a entrada da empresa no segmento de publicidade online.
O foco do Canaltech é produção de conteúdo de tecnologia - texto, áudio e vídeo, cobertura do noticiário diário, entre outros. Já a plataforma Inloco Media é focada na comercialização de publicidade digital.
As aquisições marcam uma tentativa da varejista de ampliar a divulgação de produtos disponíveis na plataforma da empresa e monetizar a audiência, em um momento de profundas mudanças do setor.
A aquisição da Plataforma Inloco Media deve acelerar o crescimento do MagaluAds. A compra deve permitir levar aos parceiros da empresa - sellers do marketplace e fornecedores - a oportunidade de promover suas marcas e produtos de forma mais assertiva e abrangente, diz a empresa.
Com a operação, uma equipe de 12 desenvolvedores e especialistas que atuavam nessa divisão na Inloco passarão a compor o time do MagaluAds.
Além do foco em mídia digital, a Plataforma Inloco Media também possui soluções de publicidade “online-to-offline” (O2O) por meio de tecnologia de geolocaliação.
Leia Também
Já o Canaltech tem mensalmente 24 milhões de visitantes únicos. O portal tem uma das maiores audiências dos canais brasileiros de tecnologia do YouTube, com 2,5 milhões de inscritos, e um total de 420 milhões de exibições - uma média de 8 milhões de visualizações mensais.
A aquisição anunciada pelo Magalu acontece em meio a um processo de mudanças no varejo. A crise do novo coronavírus impôs alterações de comportamento do consumidor, que passou a comprar mais pela internet.
As empresas que têm melhores perspectivas agora são aquelas que já estavam mais preparadas para fortalecer as operações online - notadamente as varejistas com capital aberto e bastante dinheiro em caixa, como o Magazine Luiza.
A empresa é um dos grandes sucessos da bolsa brasileira, acumulando sucessíveis altas nos últimos anos. Apenas desde janeiro, MGLU3 escalou cerca de 73% - há, inclusive, quem defenda no mercado que não há mais espaço para subir, mas também não consenso.
De qualquer forma, os papéis da companhia devem reagir no pregão de hoje ao anúncio. Mas o mercado financeiro local tem outros destaques - saiba mais nesta matéria.
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro