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Vinícius Pinheiro

Vinícius Pinheiro

Jornalista e escritor, é diretor de redação dos sites Money Times e Seu Dinheiro. Formado em Jornalismo e com MBA em Derivativos e Informações Econômico‑Financeiras pela FIA, tem mais de 25 anos de experiência e passou por redações como Valor Econômico, Agência Estado e Gazeta Mercantil. É autor dos romances Os Jogadores, Abandonado e O Roteirista

Entrevista

Itaú diz que aprendeu com as críticas e defende modelo sem conflitos de interesse em investimentos

Intenção do banco com a campanha publicitária em que critica agentes autônomos foi colocar em pauta os modelos de distribuição de produtos de investimento, segundo diretores

Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
24 de junho de 2020
19:50
Campanha publicitária do Itaú
Campanha publicitária do Itaú - Imagem: Divulgação

O Itaú aprendeu com as críticas recebidas no passado por “empurrar” produtos de investimento aos clientes e hoje possui um modelo de incentivos a seus gerentes isento de conflitos de interesse.

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Foi o que me disseram Felipe Wey, diretor do Itaú Personnalité, o segmento de clientes de alta renda do maior banco privado brasileiro, e Claudio Sanches, diretor de produtos de investimento e previdência da instituição.

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Eu conversei com os executivos em uma videoconferência hoje para tratar da polêmica campanha publicitária lançada ontem pelo Itaú, na qual o banco questiona o modelo das corretoras que trabalham com agentes autônomos.

A XP Investimentos assumiu as dores, mas a intenção do banco não foi criticar qualquer instituição ou profissional, e sim colocar em pauta os diferentes modelos de distribuição de produtos de investimento, segundo Sanches.

“É importante que o cliente tenha transparência para saber que existem formas diferentes de atuação, e ele escolhe baseado na informação”, disse.

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O diretor do Itaú entende que a forma como o banco atua evita potenciais conflitos de interesse por dois motivos. O primeiro é a remuneração dos gerentes, que não é mais baseada por produto vendido, e sim pelo volume de recursos que ele traz para o banco.

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“Ele ganha a mesma coisa se captar 100 mil reais no Tesouro Direto, que não rende nada para o banco porque nós zeramos a taxa, ou num fundo sofisticado que cobra 2% ao ano de taxa de administração mais performance”, disse Sanches.

O outro ponto é a recomendação dada aos clientes, que hoje é feita de forma centralizada por um algoritmo que calcula os produtos com maior rentabilidade – que podem ou não ser do Itaú – com base no perfil de risco do investidor.

A motivação inicial para a campanha publicitária foi o aniversário de 25 anos do Personnalité, segundo Wey. O Itaú abriu a prateleira para produtos de investimento de fora do banco em 2017 e hoje possui 140 fundos de terceiros na grade, com R$ 80 bilhões de recursos de clientes no varejo.

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Mas o diretor do Personnalité avalia que esses avanços ainda não eram percebidos pelos clientes. “O banco vinha comunicando pouco e mal.”

Participação maior

O ataque ao modelo das corretoras seria fruto de um “desespero” com o avanço das plataformas de investimento sobre os clientes do banco? O diretor do Itaú diz que não, até porque a instituição ainda não perdeu mercado apesar do acirramento da concorrência.

Em 2017, quando abriu a plataforma de investimentos no varejo, o banco tinha uma participação do banco era de 21,5%. Hoje esse percentual está em 22,5%, de acordo com dados da Anbima, que consideram o volume total de produtos de investimento para pessoas físicas (incluindo a caderneta de poupança). “Queremos ganhar ainda mais market share, mas também não estamos perdendo”, disse Sanches.

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