O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A maior fatia da distribuição de proventos foi anunciada pela Cyrela, já o aumento de capital da Eztec com bonificação em ações terá custo de R$ 23,53 por papel e fará jus a dividendos
A noite desta quinta-feira (4) veio recheada de notícias bilionárias para os investidores. Do lado dos dividendos, Cyrela (CYRE3) e SLC Agrícola (SLCE3) anunciaram juntas mais de R$ 1 bilhão em proventos, enquanto a Eztec (EZTC3) aprovou um aumento de capital em R$ 1,4 bilhão com bonificação em ações.
A maior fatia do bolo de distribuição de dividendos é da Cyrela, cujo conselho de administração aprovou a distribuição de dividendos intermediários no montante total de R$ 1 bilhão, equivalente à R$ 2,7299212050 por ação ordinária.
Farão jus aos proventos, acionistas inscritos na base da companhia em 9 de dezembro. A partir do dia seguinte (10), as ações serão negociadas "ex-dividendos", e passarão por um ajuste na cotação referente aos proventos já alocados.
LEIA TAMBÉM: Conheça as análises da research mais premiada da América Latina: veja como acessar os relatórios do BTG Pactual gratuitamente com a cortesia do Seu Dinheiro
Então você pode optar por comprar a ação agora e ter direito aos dividendos ou esperar a data de corte e adquirir os papéis por um valor menor, mas sem o direito ao provento. O pagamento está previsto para 12 do mesmo mês.
Já a SLC Agrícola informou que o conselho de administração aprovou o pagamento de R$ 380 milhões em dividendos intercalares, a R$ 0,86054833288 por ação ordinária.
Leia Também
Terão direito aos proventos acionistas detentores de ações da companhia em 12 de dezembro de 2025. As ações passam a ser negociadas ex-dividendos em 15 de dezembro de 2025. O pagamento será realizado no dia 22 do mesmo mês.
Além da chuva de proventos, os investidores também receberam a notícia de que o conselho de administração da Eztec aprovou nesta quinta-feira (4) o aumento de capital social da companhia no valor de R$ 1,41 bilhão.
Com a operação, o capital social da Eztec passará a totalizar R$ 4,3 bilhões, divididos em 281 milhões de ações ordinárias.
LEIA MAIS: Ferramenta gratuita do Seu Dinheiro calcula quanto é preciso investir para conquistar a independência financeira; confira aqui
Serão emitidas 60.010.897 novas ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal, gratuitamente aos acionistas a título de bonificação, na proporção de 2,7155591016 novas ações ordinárias para cada 10 ações de que forem titulares na posição acionária em 9 de dezembro, incluindo as em tesouraria.
A partir do dia seguinte (10), as ações passarão a ser negociadas "ex" direito à bonificação.
Segundo a companhia, o custo atribuído às ações recebidas em bonificação é de R$ 23,53 por papel e terão as mesmas características e direitos das ações atualmente existentes e farão jus a dividendos integrais que vierem a ser declarados pela companhia a partir de 12 de dezembro.
Vale lembrar que a bonificação será efetuada sempre em números inteiros. Os acionistas poderão transferir as frações oriundas da bonificação no período de 15 de dezembro de 2025 a 13 de janeiro de 2026. Depois disso, eventuais sobras das frações de ações serão separadas, agrupadas em números inteiros e vendidas na B3.
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura