O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Além da famosa lã de aço, ela também é dona das marcas Mon Bijou, Limpol, Sapólio, Pinho Bril, Kalipto e outras
A Bombril (BOBR4) pode estar mais perto de conseguir se reerguer. A dona de marcas conhecidas de limpeza teve seu plano de recuperação judicial aprovado esta semana pela Justiça do estado de São Paulo.
Além da famosa lã de aço, ela também é dona das marcas Mon Bijou, Limpol, Sapólio, Pinho Bril, Kalipto e outras. São três fábricas: em São Paulo, Pernambuco e Minas Gerais.
Um dos pontos mais importantes para a empresa conseguir se recuperar é o pagamento de suas dívidas com a União. São mais de R$ 2,3 bilhões de dívidas tributárias.
As dívidas federais não entram nos planos de RJ e precisam ser renegociadas em paralelo. Além disso, é crucial que a empresa mantenha seus pagamentos fiscais em dia para não ter a RJ suspensa e evitar a retomada das execuções de dívidas.
A Bombril apresentou certidão negativa de débito, comprovando a regularidade fiscal. Segundo o juiz, a capacidade de se manter em dia com os impostos é um dos fatores indispensáveis para a continuidade da RJ e das atividades da empresa.
VEJA TAMBÉM: TRIBUTAÇÃO DE DIVIDENDOS à vista: Empresas aceleram pagamento de proventos - assista o novo episódio do Touros e Ursos no Youtube
Leia Também
"O instituto da recuperação judicial não pode servir como anistia às obrigações tributárias existentes até o momento do pedido, sob pena de se transformar em escudo para a prática de ilícitos. Conclui-se, portanto, pela necessidade da regularidade fiscal para a concessão da recuperação judicial", escreveu o juiz Ralpho Waldo De Barros Monteiro Filho na decisão.
A Receita Federal havia autuado a Bombril por suposta falta de recolhimento de tributos incidentes em operações de aquisição de títulos de dívida estrangeiros (T-Bills).
Esses títulos foram comprados entre 1998 e 2001 pela companhia e por veículo do grupo italiano Cragnotti & Partners, que era o controlador da Bombril naquela época.
A empresa pediu recuperação judicial em fevereiro deste ano e apresentou um plano em agosto.
No plano, foram analisadas as ressalvas de alguns credores em relação ao plano inicial: Bradesco, RDR Transportes, Santander Brasil, Daycoval S/A, Banco ABC Brasil S/A, Martins Comércio e Serviços de Distribuição S/A, Ticket Soluções e Itaú Unibanco.
O juiz acatou os pedidos para exigir a autorização judicial para vendas de ativos ou reorganizações societárias, mas não alterou as outras cláusulas.
LEIA TAMBÉM: Conheça as análises da research mais premiada da América Latina: veja como acessar os relatórios do BTG Pactual gratuitamente com a cortesia do Seu Dinheiro
Mas essa não é a primeira vez que a Bombril se vê às voltas com um pedido de recuperação judicial. Em 2003, após não conseguir recuperar o retorno esperado com lançamentos de novos produtos, a empresa precisou se reorganizar financeiramente. A recuperação foi concluída apenas em 2006.
Já em 2013, os produtos da Bombril chegaram a sumir das prateleiras dos mercados devido à falta de dinheiro para produção e transporte. E no auge da crise, em 2015, a empresa chegou a acumular dívidas de R$ 900 milhões.
Em 2017, após passar por outra grande reestruturação, a Bombril conseguiu terminar o ano no azul. A empresa chegou a registrar resultados positivos nos anos seguintes, mas não o bastante para superar totalmente as dívidas acumuladas nos anos de crise.
Apple avalia nova arquitetura interna para “esconder” os sensores do Face ID nos modelos Pro
O banco elevou preço-alvo para as ações ENEV3 e vê gatilhos capazes de destravar valor mesmo após a forte alta recente; o que está por trás do otimismo?
Alcançando a mínima intradia desde agosto do ano passado, os papéis da companhia lideram a ponta negativa do Ibovespa nesta tarde
A expectativa é reduzir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões ainda neste ano, criando condições para que a companhia invista em segmentos mais promissores
Geração de caixa recorde rouba a cena no 4T25, enquanto vendas seguem firmes; bancos reforçam a leitura positiva e mantêm recomendação de compra para o papel
Oferta terá participação restrita a investidores profissionais e prioridade concedida aos acionistas da companhia; volume de ações ofertadas poderá dobrar se houver demanda
Vendas disparam no 4T25, ritmo comercial acelera e reforça a tese positiva para a construtora, apesar do foco maior na queima de estoques e de um caixa ainda pressionado
A companhia se antecipou a movimento de minoritários, ocupando vagas no conselho e rejeitando pedido de assembleia feito por Rafael Ferri, que queria uma Assembleia sobre as vagas que estavam em aberto desde o fim de dezembro
Enquanto os holofotes apontam para o S26 Ultra, um detalhe discreto no modelo básico pode ser o verdadeiro salto da próxima geração: carregamento mais rápido
Autoridade monetária cita “violações graves” e diz que apurações seguem em curso; entenda o caso
Concessionária acumula nove autuações desde 2019 e é acusada de falhas graves em serviços essenciais; número oficial de afetados por apagão em dezembro sobe para 4,4 milhões
Os analistas passaram o preço-alvo para 12 meses de R$ 59 para R$ 58, com potencial de valorização de cerca de 7%
Após trocar de presidente e diretoria, banco convocou uma assembleia para deliberar sobre mudanças em seu conselho de administração
Jamie Dimon aposta que a IA será o diferencial competitivo que permitirá ao banco expandir margens de lucro, acelerar inovação e manter vantagem sobre concorrentes
Empresa ganhou destaque na mídia após a tentativa de compra do Banco Master no final de 2025
Três anos após a revelação da fraude contábil bilionária, o caso Americanas ainda reúne investigações em andamento, sanções sem desfecho na B3, disputas por ressarcimento e uma empresa que tenta se reerguer em um mercado cada vez mais competitivo
Multinacional anuncia saída do transporte doméstico no Brasil, inicia demissões e reforça estratégia focada em logística internacional e cadeia de suprimentos
Aos 24 anos, Oscar Rachmansky é fundador do OS Group, negócio que oferece calçados e roupas de marcas consolidadas
Encontro entre BC e TCU tentou reduzir tensão após suspensão de inspeção determinada por ministro
Se for aceita pelo TCU, a representação levaria a uma apuração sobre as questões levantadas em relação a Otto Lobo