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Em 2020, as ações dos principais bancos acumulam quedas superiores a 34% até esta quinta-feira:, cntra queda de 14% do Ibovespa no mesmo período
Em um ano em que os acionistas dos bancões não andam tendo muito o que comemorar, o Itaú (ITUB4) acaba de atingir uma marca digna para celebrações. Nesta quinta-feira (16), o banco informou que atingiu a marca de 500 mil acionista, um crescimento de 108% desde o fim do ano passado.
Segundo informações do banco, as ações da companhia - que são negociadas na B3 e na Bolsa de Valores de Nova York - possuem um volume financeiro médio diário de R$ 2,0 bilhões. Até o fim de junho, a empresa tinha um valor de mercado de R$ 251 bilhões.
Presente em 18 países, o banco é a marca mais valiosa do Brasil, segundo o ranking Interbrand 2019, avaliada em R$ 33,5 bilhões.

O novo recorde para o banco chega em um momento que as ações dos principais bancos brasileiros têm sofrido bastante. A popularização das fintechs aumenta a concorrência no setor e obriga os bancões a correrem atrás do prejuízo e se modernizarem cada vez mais, ao mesmo tempo que lutam para manter a sua solidez.
Antes mesmo da crise do coronavírus, que trouxe quedas expressivas no lucro das companhias no primeiro semestre do ano - principalmente por conta das provisões feitas para evitar os efeitos do crescimento da inadimplência - as ações dos grandes bancos já sofriam em bloco. A crise só piorou a situação.
Em 2020, as ações dos principais bancos acumulam quedas superiores a 34% até esta quinta-feira: Itaú (34,47%), Santander (40,64%), Banco do Brasil (38,28%) e Bradesco (37%) - contra queda de 14% do Ibovespa no mesmo período
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