O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com menos de uma semana na bolsa, a notícia gerou grande inquietação entre os investidores e continua a repercutir mesmo após a companhia ter esclarecido a situação.
Enquanto a bolsa brasileira passou o dia em alta, tendo fechado com ganho de 0,35%, os papéis do novato Grupo Mateus (GMAT3) apresentaram forte queda nesta segunda-feira (19).
Os papéis da empresa que protagonizou o maior IPO do ano (até o momento) fechou em queda de 4,09%, a R$ 8,20.
Desde a estreia, no último dia 13, as ações da companhia já se desvalorizaram mais de 9%. Os problemas começaram na última sexta-feira (16), quando o jornal Valor Econômico noticiou que auditores independentes encontraram deficiências nos registros contábeis da companhia. Na data, os papéis fecharam em R$ 8,55, queda de 4,6%.
Responsável pela auditoria da varejista de alimentos, a Grant Thronton teria identificado 21 falhas nos controles internos, todas informadas em formulários de referência entregues nos dias 5 e 9 de outubro.
Com menos de uma semana na bolsa, a notícia gerou grande inquietação entre os investidores e continua a repercutir mesmo após a companhia ter esclarecido a situação.
Em documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o Grupo Mateus afirmou que as deficiências identificadas no relatório são leves e moderadas e não devem causar impacto financeiro nos balanços já divulgados ou qualquer efeito material adverso à empresa.
Leia Também
Na nota, a empresa lembra que somente deficiências significativas devem ser divulgadas no Formulário de Referência e que nenhuma alteração desta natureza foi encontrada pelo auditor independente. A divulgação das deficiências leves teria sido resultado de um excesso de transparência, já que se trata de uma informação não obrigatória.
A empresa aproveitou para reiterar que a divulgação das informações ocorreu dentro do calendário da oferta e antes da formação do preço de ações no IPO.
Com relação às recomendações de melhorias de processos internos, a companhia lembra que o mapeamento faz parte do processo de auditoria e que não existe qualquer modificação no relatório já emitido pelo auditor.
O Grupo Mateus é uma das maiores empresas do varejo alimentício do país, com forte presença no Nordeste. A companhia é a primeira no Estado do Maranhão que entra para o Novo Mercado, o mais elevado nível de governança corporativa da B3.
O negócio que começou com uma pequena mercearia na cidade de Balsas, se tornou uma potência regional. O grupo captou R$ 4,63 bilhões na oferta inicial, após as ações serem precificadas no piso da faixa indicativa, a R$ 8,97. Desde a estreia, os papéis já se desvalorizaram cerca de 9%.
Recentemente, o Grupo esteve envolvido em outra notícia de repercussão negativa. Um acidente na unidade Mix Atacarejo, em São Luís (MA), deixou uma pessoa morta e oito feridos após a queda em cascata de gôndolas de produtos. Na ocasião, a companhia ampliou o prazo para desistência dos investidores e atualizou o prospecto da oferta.
Os coordenadores da oferta do Grupo Mateus foram XP Investimentos, Bradesco BBI, BTG, Itaú BBA, BB Investimentos, Santander e Safra.
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio