O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Foi o primeiro do Brasil a ser transferido para a iniciativa privada, o que ocorreu em 2011, e o primeiro aeroporto federal a ser construído do zero pelo setor privado
O grupo argentino Inframerica decidiu devolver à União a concessão do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, em Natal, onde opera desde 2014. O aeroporto foi o primeiro do Brasil a ser transferido para a iniciativa privada, o que ocorreu em 2011, e o primeiro aeroporto federal a ser construído do zero pelo setor privado.
Em nota, a empresa afirmou que um dos motivos para a entrega do terminal se deve ao tráfego de passageiros, "negativamente impactado" pela crise econômica enfrentada pelo Brasil, que ocorreu justamente no período inicial da concessão, mexendo com o turismo na Região, afirma.
A Inframerica ressalta, por exemplo, que, nos estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental feitos pelo governo federal no início da concessão, a expectativa era de que o terminal movimentasse 4,3 milhões de passageiros em 2019. "Contudo, o fluxo registrado foi de 2,3 milhões, cerca da metade do que era previsto", explicou o consórcio em nota.
A Inframerica, que também opera o Aeroporto Internacional de Brasília, afirma ainda que as tarifas de embarque de Natal são 35% inferiores na comparação com os demais aeroportos privatizados do País sob o mesmo regime tarifário. "As tarifas de navegação aérea também estão defasadas. Os valores cobrados pelas outras torres de controle chegam a ser 301% mais altas que a do Aeroporto de Natal", alegou a companhia.
"A operação do terminal acabou se mostrando financeiramente desafiadora, e esta é a maneira de se encerrar o contrato de forma amigável, sem traumas, e sem impacto para a operação aeroportuária, lojistas, turismo, passageiros, e operações aéreas", afirmou o presidente da Inframerica, Jorge Arruda.
A empresa acredita que "deverá receber uma indenização", baseada principalmente no valor dos investimentos não amortizados. "Durante o trâmite administrativo de análise do pedido, e até que haja a relicitação e a entrada de um novo operador, a administradora manterá todas as operações do aeroporto, com a mesma qualidade e segurança, bem como a execução de todos os contratos em vigor com seus colaboradores, cessionários fornecedores e companhias áreas", diz em nota.
Leia Também
O Ministério da Infraestrutura afirmou em comunicado que considera a devolução da concessão um "movimento natural de mercado". "A concessão do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante foi uma das primeiras experiências no setor. O contrato atual é muito anterior a uma série de inovações de modelagem que vêm sendo aplicadas com muito sucesso no setor."
O ministério, comandado pelo ministro Tarcísio de Freitas, também diz considerar o aeroporto de Natal como um ativo "extremamente interessante", pontuando que haverá uma estruturação muito mais moderna diante da "curva de aprendizado" trilhada pelo setor desde 2011. "Estamos confiantes de que será um ativo muito disputado num leilão futuro."
Na visão do ministério, o movimento é "mais um passo significativo" na consolidação dos mecanismos de relicitação, o que transmite uma "boa mensagem aos investidores de segurança jurídica" e "proteção aos contratos."
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa