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Juntas, Gafisa e Tecnisa formariam a maior companhia do setor imobiliário do país, com um banco de terrenos (landbank) avaliado em R$ 10,3 bilhões e R$ 2 bilhões em lançamentos previstos para este ano e 2021
Protagonista de uma série de reviravoltas corporativas e mudanças de controle nos últimos anos, a incorporadora Gafisa partiu para o ataque e lançou hoje uma proposta para combinar seus negócios com a Tecnisa. Trata-se de uma típica oferta hostil, ou seja, que não foi negociada previamente com a administração da empresa.
A Gafisa não deu detalhes de como ficaria a participação de cada empresa no novo negócio formado pela combinação. O anúncio da oferta movimenta ambas as companhias na B3.
As ações da Tecnisa (TCSA3) chegaram a subir mais de 6%, mas por volta das 11h eram negociadas em alta de 1,43% na manhã desta quarta-feira. Os negócios com papéis da Gafisa (GFSA3) ficaram suspensos nos primeiros 20 minutos de pregão e no mesmo horário recuavam 2,54%. Leia também nossa cobertura completa de mercados.
Juntas, Gafisa e Tecnisa formariam a maior companhia do setor imobiliário do país, segundo a apresentação que foi encaminhada pela Gafisa junto com o anúncio da oferta.
As duas empresas possuem um banco de terrenos (landbank) avaliado em R$ 10,3 bilhões, com R$ 2 bilhões em lançamentos previstos para este ano e 2021. O valor de mercado do estoque de imóveis prontos e em construção das incorporadoras é estimado em R$ 1,1 bilhão.
A empresa combinada ficaria com uma posição de caixa de R$ 1,057 bilhão — sendo R$ 287 milhões da Tecnisa e R$ 770 milhões da Gafisa, que inclui nessa conta uma captação que será liquidada neste mês.
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A meta seria atingir um caixa de R$ 3 bilhões com uma futura oferta de ações (follow on) de R$ 1,5 bilhão na bolsa.
A Gafisa passou por maus bocados em 2018, quando o investidor Mu Hak You assumiu o comando da incorporadora. A era do gestor coreano na companhia durou pouco e no seguinte ele foi forçado a se desfazer da participação.
Hoje quem dá as cartas na Gafisa é o empresário Nelson Tanure, conhecido por investir em empresas em dificuldades e que faz parte do conselho da companhia.
Resta saber como o conselho de administração da Tecnisa vai reagir à ofensiva. A primeira manifestação não foi lá muito simpática. Até porque, junto com a proposta, a Gafisa pediu a convocação de uma assembleia geral de acionistas com uma pauta polêmica.
Além da análise da proposta, está um pedido para eliminação de uma cláusula no estatuto que dificulta a aquisição de uma participação relevante por um acionista — conhecida como "poison pill" (pílula de veneno)
A Gafisa pede ainda que a assembleia de acionistas discuta a votação de nova chapa de membros do conselho de administração e um aumento de capital de R$ 500 milhões.
“O conselho de administração da companhia irá se reunir, em caráter extraordinário, para avaliar, de forma detalhada, a Proposta Não Solicitada e o Pedido de Convocação”, informou a Tecnisa, que tem a família Nigri como principal acionista, embora possua hoje a maioria das ações nas mãos de minoritários na B3.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
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