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Companhia informa que continua operando com o uso de alguns sistemas em regime de contingência e que investiga o caso

A vida não anda nada fácil para a Embraer (EMBR3). Depois de ver a Boeing desistir da compra de sua divisão de aviação comercial e sofrer com os efeitos da crise de covid-19, a fabricante de aeronaves sofreu uma invasão hacker que teve impacto nas operações.
Segundo o comunicado divulgado na noite desta segunda-feira (30), a companhia sofreu um ataque cibernético aos seus sistemas de tecnologia da informação, resultando na divulgação de dados supostamente atribuídos à empresa na madrugada de 30 de novembro.
"O referido ataque cibernético foi identificado em 25 de novembro de 2020, o qual indisponibilizou o acesso a apenas um único ambiente de arquivos da companhia", afirmou a empresa em fato relevante.
A Embraer iniciou uma investigação do caso, com o isolamento de alguns de seus sistemas e consequente impacto temporário em algumas operações. Ela declarou que continua operando com o uso de alguns sistemas em regime de contingência, sem impactos relevantes sobre as atividades.
A empresa afirmou ainda que avalia os impactos sobre seus negócios e terceiros, bem como as medidas a serem tomadas.
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As ações da Embraer acumulam queda de 58,95% neste ano. Uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo, vista como inovadora, ela está passando por um martírio neste ano.
Primeiro foi o cancelamento do acordo com a Boeing em abril, um negócio orçado em US$ 4,2 bilhões. A companhia americana, que vem sofrendo com os efeitos da paralisação das atividades do Boeing 737 Max e os efeitos da pandemia, informou que a empresa brasileira não “atendeu condições necessárias”, sem oferecer detalhes.
Fora isso, a Embraer está sentindo os efeitos da pandemia. Assim como outras fabricantes de aeronaves, ela viu as encomendas despencarem, com as companhias aéreas segurando encomendas e recebimento de aviões enquanto a covid-19 não permite o retorno dos voos a patamares normais.
Ela entregou um total de 28 aviões, entre comerciais, executivos e jatos leves, no terceiro trimestre, recuo de 36% em relação ao mesmo período de 2019. A carteira de pedidos firmes caiu 7%, para US$ 15,1 bilhões.
* Com informações da Estadão Conteúdo
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