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Vinícius Pinheiro

Vinícius Pinheiro

Jornalista e escritor, é diretor de redação dos sites Money Times e Seu Dinheiro. Formado em Jornalismo e com MBA em Derivativos e Informações Econômico‑Financeiras pela FIA, tem mais de 25 anos de experiência e passou por redações como Valor Econômico, Agência Estado e Gazeta Mercantil. É autor dos romances Os Jogadores, Abandonado e O Roteirista

Uma longa estrada à frente

Credit Suisse vê potencial de alta de 32% para bancos e eleva recomendação de ações do Santander

Os analistas do banco suíço não temem aumento da competição no setor e possuem indicação equivalente a compra para as ações dos quatro grandes bancos

Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
27 de janeiro de 2020
11:47 - atualizado às 9:31
Logo dos bancos Bancos Bradesco, Itau, Santander, Banco do Brasil em cima de passagens de pedágio.
Imagem: Marcos Santos/Jornal da USP - Montagem Andrei Morais

O aumento da competição com o avanço das novas empresas de tecnologia financeira e maior pressão regulatória do Banco Central representa o fim da linha para os grandes bancos brasileiros? Para o Credit Suisse, a resposta é não.

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O banco suíço divulgou um longo relatório sobre o setor, no qual apontou que as ações de Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander Brasil possuem um potencial de valorização médio de 32%.

Os analistas também elevaram a recomendação para os papéis do Santander de neutro para "outperform". O Credit possui indicação equivalente a compra para as ações dos quatro grandes bancos, mas mantém Banco do Brasil e Bradesco como favoritos (top picks). Leia também nossa cobertura completa de mercados.

Para o banco suíço, 2020 deve ser um ano de transição para os bancões, com um avanço de apenas 2,6% nos lucros. Os efeitos da queda da taxa básica de juros (Selic), o aumento da alíquota da CSLL e a limitação da taxa cobrada no cheque especial devem pesar sobre os resultados deste ano.

"Mas o cenário é bem mais claro para 2021 e além, já que a aceleração da margem financeira deve reacender o crescimento dos resultados para taxas de dois dígitos (10,0% em 2021 e 11,6% em 2022)", escreveram os analistas.

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Na briga contra as fintechs e instituições de médio porte, a principal arma dos bancos deve ser o controle de custos, segundo o Credit Suisse, que projeta um avanço das despesas abaixo da inflação em 2020 e em linha com o índice de preços nos próximos dois anos.

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Para os analistas do banco suíço, mesmo em um cenário de maior competição e estimativas mais baixas de lucro para este ano, as ações dos bancos estão baratas. "Os valuations estão muito atraentes para serem ignorados, especialmente em um cenário de maior crescimento econômico e taxas de juros baixas em níveis sustentáveis."

Entre os riscos, os analistas do Credit Suisse apontam um desempenho mais fraco do que o esperado da economia brasileira, o que poderia afetar a perspectiva de retomada do crédito, além de um aumento da competição maior que o esperado no setor financeiro.

Confira a seguir as recomendações e o preço-alvo dos analistas do Credit Suisse para as ações dos grandes bancos:

Banco do Brasil (BBAS3)

  • Recomendação: outperform (compra)
  • Preço-alvo: R$ 72,00 (potencial de alta de 42%)

Bradesco (BBDC4)

  • Recomendação: outperform (compra)
  • Preço-alvo: R$ 46,00 (potencial de alta de 34%)

Itaú Unibanco (ITUB4)

  • Recomendação: outperform (compra)
  • Preço-alvo: R$ 44,00 (potencial de alta de 29%)

Santander Brasil (SANB11)

  • Recomendação: outperform (compra)
  • Preço-alvo: R$ 54,00 (potencial de alta de 23%)

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