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Os analistas do banco suíço não temem aumento da competição no setor e possuem indicação equivalente a compra para as ações dos quatro grandes bancos
O aumento da competição com o avanço das novas empresas de tecnologia financeira e maior pressão regulatória do Banco Central representa o fim da linha para os grandes bancos brasileiros? Para o Credit Suisse, a resposta é não.
O banco suíço divulgou um longo relatório sobre o setor, no qual apontou que as ações de Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander Brasil possuem um potencial de valorização médio de 32%.
Os analistas também elevaram a recomendação para os papéis do Santander de neutro para "outperform". O Credit possui indicação equivalente a compra para as ações dos quatro grandes bancos, mas mantém Banco do Brasil e Bradesco como favoritos (top picks). Leia também nossa cobertura completa de mercados.
Para o banco suíço, 2020 deve ser um ano de transição para os bancões, com um avanço de apenas 2,6% nos lucros. Os efeitos da queda da taxa básica de juros (Selic), o aumento da alíquota da CSLL e a limitação da taxa cobrada no cheque especial devem pesar sobre os resultados deste ano.
"Mas o cenário é bem mais claro para 2021 e além, já que a aceleração da margem financeira deve reacender o crescimento dos resultados para taxas de dois dígitos (10,0% em 2021 e 11,6% em 2022)", escreveram os analistas.
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Na briga contra as fintechs e instituições de médio porte, a principal arma dos bancos deve ser o controle de custos, segundo o Credit Suisse, que projeta um avanço das despesas abaixo da inflação em 2020 e em linha com o índice de preços nos próximos dois anos.
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Para os analistas do banco suíço, mesmo em um cenário de maior competição e estimativas mais baixas de lucro para este ano, as ações dos bancos estão baratas. "Os valuations estão muito atraentes para serem ignorados, especialmente em um cenário de maior crescimento econômico e taxas de juros baixas em níveis sustentáveis."
Entre os riscos, os analistas do Credit Suisse apontam um desempenho mais fraco do que o esperado da economia brasileira, o que poderia afetar a perspectiva de retomada do crédito, além de um aumento da competição maior que o esperado no setor financeiro.
Confira a seguir as recomendações e o preço-alvo dos analistas do Credit Suisse para as ações dos grandes bancos:
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