O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Não, não é hora. Mas as cotações das ações da Cielo já caíram tanto que o Credit Suisse já não vê muito espaço para perdas ainda maiores na bolsa
Vou começar este texto respondendo logo de cara a pergunta do título: não, não é hora de comprar as ações da Cielo. Mas as cotações dos papéis (CIEL3) já caíram tanto que o Credit Suisse já não vê muito espaço para perdas ainda maiores na bolsa.
Diante disso, os analistas do banco suíço decidiram elevar a recomendação para as ações da empresa de maquininhas de cartão controlada pelo Banco do Brasil de Bradesco de “underperform” (equivalente a venda) para “neutra”.
Apesar da melhora na recomendação, o Credit Suisse cortou o preço-alvo dos papéis de R$ 6,00 para R$ 4,80. Na manhã de hoje, as ações da Cielo eram negociadas em queda de 2,09%, cotadas a R$ 4,09. Leia também nossa cobertura de mercados.
Os investidores reagem ao balanço do primeiro trimestre divulgado pela companhia ontem à noite. A Cielo registrou uma queda de 69,4% no lucro líquido, em relação ao mesmo período do ano passado, para R$ 166,8 milhões.
Para o Credit Suisse, os resultados foram fracos e os dados operacionais não sustentam nenhuma visão otimista para o curto prazo.
Por outro lado, as cotações atuais atuais na bolsa da Cielo refletem basicamente o valor da posição de Caixa e da Cateno – negócio de cartões em sociedade com o Banco do Brasil.
Leia Também
“Embora um cenário em que a Cielo administre a unidade de adquirência [maquininhas] com prejuízo não seja impossível, não vemos esse cenário persistindo no longo prazo”, escreveram os analistas, em um relatório para clientes.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano