O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Banco conseguiu reverter a trajetória da sua carteira de crédito, que apresentava queda
A Caixa Econômica Federal anunciou na manhã desta quinta-feira (21) lucro líquido recorrente de R$ 3 bilhões no primeiro trimestre do ano, cifra 7,5% inferior em relação ao mesmo intervalo de 2019. Na comparação com os três meses anteriores, porém, houve um crescimento de 21,5%.
Com forte atuação em ações de combate à crise deflagrada pelo novo coronavírus, a Caixa conseguiu reverter a trajetória da sua carteira de crédito, que apresentava queda. O saldo de empréstimos do banco teve alta de 2,0% no primeiro trimestre ante um ano, totalizando R$ 699,6 bilhões. No trimestre, o aumento foi de 0,9%.
O banco público informa que disponibilizou mais de R$ 154 bilhões para apoiar a economia em meio à pandemia. Do total, R$ 60 bilhões foram para o capital de giro de micro, pequenas e médias empresas, R$ 43 bilhões para o crédito imobiliário; R$ 40 bilhões para a compra de carteiras, R$ 6 bilhões para o crédito agrícola e R$ 5 bilhões para crédito às Santas Casas.
O resultado bruto da intermediação financeira da Caixa atingiu R$ 8,6 bilhões no primeiro trimestre. O destaque foi a redução de 12,1% no custo de captação em relação ao mesmo período do ano anterior, refletindo o comportamento da taxa básica de juros e a estratégia de gestão das fontes de recursos.
O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) do banco público foi de 14,40% ao fim de março, com crescimento de 2,0 ponto porcentual em um ano.
Já o seu índice de Basileia, que mede quanto um banco pode emprestar sem comprometer o seu capital, atingiu 18,7% ao fim de março ante 19,0% ao fim de dezembro, recuo de 0,3 ponto porcentual.
Leia Também
O índice de capital principal, ou seja, próprio dos acionistas, totalizou 12,6%, enquanto o de nível I, aquele de melhor qualidade, ficou em 12,9%. Ambos mantiveram-se acima do mínimo regulatório de 8,0% e 9,5%, respectivamente.
*Com Estadão Conteúdo
Executivo deixa o posto por razões pessoais, enquanto conselho aciona headhunter para encontrar sucessor
O foco do investidor continua na dívida da empresa, a reestruturação da estrutura de capital e o resultado potencial para os acionistas minoritários
BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil
Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios