O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Banco procura novos sócios nas áreas de serviços de assistência 24 horas, seguros de automóvel, capitalização, consórcio, saúde, odontologia, seguro de grandes riscos e, por fim, habitacional e residencial
Em um passo considerado fundamental para abrir o capital de sua divisão de seguros, a Caixa Econômica Federal está perto de concluir a escolha dos futuros sócios em seguros. A estratégia é anunciar as parcerias em etapas.
A Caixa procura novos sócios nas áreas de serviços de assistência 24 horas, seguros de automóvel, capitalização, consórcio, saúde, odontologia, seguro de grandes riscos e, por fim, habitacional e residencial. Três dessas já estariam praticamente concluídas, conforme apurou o "Broadcast" (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), faltando apenas detalhes como, por exemplo, aprovações dos respectivos lados.
A primeira joint venture a ser anunciada será a de seguro habitacional e residencial. Quem levou o negócio, segundo fontes próximas à operação, foi a seguradora japonesa Tokio Marine. O valor teria ficado bem acima do patamar de R$ 1,5 bilhão, considerando uma fatia de 25% na joint venture e os outros 75% nas mãos da Caixa Seguridade.
A Tokio arrematou o ativo em uma disputa com nomes como a atual sócia da Caixa em seguros, a francesa CNP Assurances, e ainda o ressegurador IRB Brasil Re, que tentava levar o negócio ao lado de um player internacional.
A briga foi acirrada, relatam fontes. A CNP teria ficado bem próxima de manter o ramo habitacional, mas, segundo uma pessoa próxima às negociações, discordou do modelo de governança corporativa sugerido pela Caixa nas novas sociedades.
O negócio de habitacional e residencial é considerado a joia da coroa por conta da liderança do banco público no crédito imobiliário, com quase 70% deste mercado.
Leia Também
O anúncio da parceria entre Caixa e Tokio está previsto para esta segunda-feira, 6.
A seguradora japonesa procurava há tempos um ativo para comprar no País. Nos últimos anos, avaliou diversos negócios, mas não se arriscou em nenhum deles apesar de ter "cheque" da matriz para isso. A última aquisição selada foi em 2005, quando arrematou as operações da Real Seguros, do holandês ABN Amro.
A CNP deterá exclusividade de todo o balcão de seguros da Caixa até fevereiro de 2021, quando chegam os novos sócios. As parcerias terão prazo de 20 anos, podendo ser renovadas.
As próximas joint ventures na fila de anúncio, segundo fontes, seriam a de capitalização e a sociedade que vai concentrar os ramos de saúde e odontologia. Cada negócio teria ficado com um sócio diferente.
A expectativa do banco público é ter um salto de receita em seguros com o início dessas operações. Isso porque uma das mudanças exigidas pela Caixa nas novas negociações foi o aumento da fatia do banco público nas futuras joint ventures.
Antes de 60%, foi ampliada para 75%, exceto nos negócios para os quais o banco procura apenas um parceiro comercial e não um sócio.
Procuradas, Caixa, sua seguradora e a Tokio Marine não comentaram. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
Depois de atingir o menor valor em quatro anos na última sexta-feira (13), banco acredita que é hora de colocar os papéis da fabricante de aeronaves na carteira; entenda os motivos para isso
O valor total bruto a ser distribuído é equivalente a R$ 0,22515694882 por ação, sujeito à retenção do imposto de renda na fonte
O pagamento ocorrerá no dia 20 de março de 2026 e farão jus a esse provento acionistas com posição na companhia em 22 de dezembro de 2025
A companhia, que saiu de uma recuperação judicial três anos atrás possui negócios na produção de cabos, válvulas industriais e outros materiais, principalmente para o setor de exploração de petróleo e gás
O banco elevou a recomendação para a ação da Petrobras de neutro para compra, e o novo preço-alvo representa um potencial de alta de 25 em relação ao preço do último fechamento
Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro
Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil
Com 98,2% dos débitos revistos, estatal economizou R$ 321 milhões enquanto tenta se recuperar da maior crise financeira de sua história
Segundo o Brazil Journal, a seguradora negocia aporte bilionário na rede de clínicas oncológicas, que enfrenta pressão financeira e negociações com credores
Dona da Vivo pagará R$ 0,0625 por ação em juros sobre capital próprio; confira as condições e os prazos de recebimento do provento
O banco avalia os temores do mercado sobre atrasos na carteira de pedidos da companhia e diz o que fazer com a ação a partir de agora
Pacote do governo prevê desoneração de R$ 15,9 bilhões no diesel e imposto de 12% sobre exportações de petróleo; analistas veem impacto relevante para exportadoras
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados