O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Inicialmente a empresa apenas vai montar os patinetes com kits (CKDs) importados da China. Cerca de 20% dos itens são locais, como guidão, manopla e retrovisor, conforme prevê as regras da Superintendência da Zona Franca de Manaus
Na contramão de empresas de compartilhamento que reveem projetos locais, o grupo brasileiro Drop inicia na próxima semana as vendas dos primeiros patinetes elétricos feitos no País. A produção teve início em dezembro, na antiga fábrica da Sharp, em Manaus (AM), que foi alugada pela nova empresa.
A Drop investiu R$ 4,2 milhões para iniciar a montagem dos veículos. Parte veio de aporte do proprietário da empresa, o paulista Sérgio Zancope, e parte de empréstimos financeiros. A capacidade da fábrica é de 120 mil unidades anuais, mas para este ano estão previstas no mínimo 13 mil unidades.
Inicialmente a empresa apenas vai montar os patinetes com kits (CKDs) importados da China. Cerca de 20% dos itens são locais, como guidão, manopla e retrovisor, conforme prevê as regras da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa).
Desde 2007 atuando no País como importadora e distribuidora de veículos elétricos, a Drop decidiu pela montagem local "motivada pela alta do dólar", afirma Ricardo Ducco, diretor de Marketing. "O produto já é caro e, com a altíssima carga tributária e o dólar alto, a importação ficou inviável", explica.
Com produção local, o preço ao consumidor está 25% mais em conta em relação ao patinete importado. A empresa oferece duas opções do veículo, ambas dobráveis. O GO-08, de 36 volts, tem preço sugerido de R$ 3 mil, e o GO-10, de 48 volts, R$ 4 mil, com possibilidade de financiamento em até dez parcelas.
No auge do mercado brasileiro, de 2011 a 2013, a Drop vendeu 2 mil patinetes anualmente, sendo metade para lazer e metade para mobilidade. Nos últimos anos, com a crise, a média caiu para mil unidades, sendo 90% para transporte. Essa modalidade de uso aumentou após a chegada das empresas de compartilhamento por aplicativos, informa Ducco.
Leia Também
A ideia da Drop é incentivar o uso intermodal. "No caso dos aplicativos, normalmente a pessoa utiliza para pequenos deslocamentos (micromobilidade), de um trecho para outro", diz. "Como nosso patinete é dobrável, o usuário pode levá-lo no ônibus ou metrô, por exemplo, e continuar utilizando em vários trechos (intermodal)".
O grupo começa suas operações locais com venda para pessoas físicas, mas já negocia o fornecimento às empresas de aplicativos. Com base nessa demanda é que a Drop prevê um mercado de 13 mil unidades este ano, mas com potencial de crescimento gradual.
Como a Drop não atua na venda direta, os patinetes serão comercializados em mais de mil pontos, principalmente em lojas de material esportivo de shopping centers e em grandes redes de varejo, como Centauro, EletroBom e Martins.
"Nosso próximo passo será a produção em larga escala de scooters elétricas em parceria com uma grande fabricante mundial da Ásia que quer entrar no Brasil", informa Ducco.
A unidade em Manaus emprega atualmente 20 funcionários e futuramente deverá ter 60.
Os patinetes da marca têm autonomia de 30 km a 35 km e a recarga elétrica é feita em três a quatro horas. Têm painel digital com velocímetro, carga de bateria e seleção de potência, retrovisores, farol e freio a disco.
As rodas são calibráveis (maiores que as tradicionais para adaptação às ruas brasileiras, normalmente com muitos desníveis). O veículo importado não tem essa característica, o que o torna menos durável, avalia Ducco. Os modelos da marca atingem velocidade de 25 km/h, a permitida por lei.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca
Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda
Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro
Gigante do e-commerce vê espaço para crescer e acelera aportes em logística e serviços financeiros; confira os detalhes do plano
Com base no desempenho do quarto trimestre de 2025, banco destaca quais empresas conseguiram driblar os juros altos e o consumo fraco no final do ano passado
BTG vê avanço operacional e melhora financeira após Investor Day, mas mantém cautela com juros altos e estrutura de capital
Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro
Suspensão temporária no principal motor do negócio resulta em balanço “misto” no 4T25. Vale a pena manter o otimismo com as ações agora?
Nos últimos dias, diversos vídeos nas redes sociais mostram que a Zara reprecificou diversos produtos. A própria XP verificou, em levantamento, que os itens ficaram 15% mais baratos, com alguns cortes chegando a 30%