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Kaype Abreu

Kaype Abreu

Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Colaborou com Estadão, Gazeta do Povo, entre outros.

balanço da semana

BR Distribuidora divulga balanço nesta semana; saiba o que esperar

A BR Distribuidora deve ter uma queda de 79,9% no lucro em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a R$ 95 milhões

Kaype Abreu
Kaype Abreu
8 de junho de 2020
5:30 - atualizado às 7:03
Petrobras BR
Imagem: Shutterstock

A BR Distribuidora divulga seu balanço financeiro do primeiro trimestre na próxima quarta-feira (10), após o fechamento do pregão. Será mais uma empresa a informar os primeiros impactos da crise do novo coronavírus, que se intensificou a partir de meados de março.

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Segundo analistas ouvidos pela Bloomberg, a empresa deve ter uma queda de 79,9% no lucro em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a R$ 95 milhões. A Cosan, responsável pela operação dos postos Shell, já divulgou uma baixa de 74,2% no lucro, e a Ultrapar — controladora da rede Ipiranga — reportou queda de 30% na última linha balanço.

A projeção para a BR Distribuidora está em linha com o desempenho apresentado no quatro trimestre de 2019, quando a empresa reportou uma queda de 94% do lucro em relação ao mesmo período do ano anterior, a R$ 96 milhões. Foi o primeiro balanço a abranger totalmente um período como empresa privatizada, após a venda do controle acionário por parte da Petrobras.

BR Distribuidora, Ultrapar e Cosan não atuam da mesma maneira e, por isso, os impactos da pandemia não são sentidos da mesma maneira pelas empresas. No caso da BR, mais de 50% da receita vêm da rede de postos — outros 25% estão ligados à industria e ao agronegócio. 9% correspondem ao mercado de aviação, enquanto energia e químicos têm uma fatia de 5,5%, segundo dados de 2018.

Mesmo antes do isolamento social nas cidades brasileiras, os valores de diesel e gasolina vendidos nos postos mostravam redução por causa da queda dos preços do petróleo em todo o mundo — resultado da pandemia que já se acelerava no exterior e da guerra de preços da commodity entre Russia e Arábia Saudita.

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Com o país parado, houve uma retração ainda maior da demanda. Em março, o preço do diesel caiu 4,6% e a gasolina recuou 2,89%, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A baixa se intensificou no mês seguinte e deve ser sentida no balanço do segundo trimestre.

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A fatia da receita que corresponde às redes de postos é composta também pelas lojas de conveniência da rede BR Mania — que fechou uma parceria com a B2W, de integração ao marketplace da varejista, em meio à crise.

Aviação em baixa

A pandemia também pode gerar uma baixa na receita do segmento de aviação, um dos setores mais afetados pela crise e com perspectivas ruins em todo o mundo. A BR é a maior distribuidora de combustíveis de aviação no Brasil e conta com cerca de 1,6 mil clientes, de acordo com dados de março de 2019 da Plural, uma entidade que representa as gigantes da distribuição de combustível.

A empresa ainda tem os mercados consumidor e especiais, segmentos cujo movimento pode ser mais heterogêneo do que o de combustíveis de aviação e de postos.

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O mercado consumidor abrange a distribuição de combustíveis e lubrificantes para os setores de siderurgia, mineração, papel e celulose, cimento, transporte, termelétricas e agronegócio — a maioria tem receita menos depende do mercado doméstico.

Mercados especiais também têm uma diversificação que pode justificar uma baixa não tão grande nas receitas. A BR atua na distribuição de produtos químicos, coque verde de petróleo (substituto do carvão em muitas aplicações metalúrgicas e energéticas ), entre outros.

Com esse portfólio diversificado de atuação, os destaques do balanço, segundo a projeção de analistas ouvidos pela Bloomberg, devem ser estes:

  • Prejuízo líquido: R$ 95 milhões (↓79.92% )
  • Receita líquida: R$ 63,67 bilhões (↓29,67%)
  • Ebitda: R$ 20,331 bilhões (↓9,36%)

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