🔴 CRIPTO VOLTOU? VEJA COMO BUSCAR MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 214 VEZES – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

balanço

Bancos emprestaram R$ 1,1 trilhão desde o início da crise, diz Febraban

Febraban ressalta ainda que os dados oficiais do BC mostram que as taxas de juros e os spreads declinaram no País

Montagem com fachada de agências dos bancos Santander, Itaú, Bradesco e Banco do Brasil
Fachada de agências dos bancos Santander, Itaú, Bradesco e Banco do Brasil - Imagem: Montagem Andrei Morais / Estadão Conteúdo / Shutterstock

Os bancos já emprestaram R$ 1,116 trilhão desde o início da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus no Brasil, mostra balanço da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) publicado nesta segunda-feira (29).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os números consideram os dados oficiais do Banco Central nos meses de março, abril e maio, que somam R$ 981,2 bilhões - alta de 5,4% na comparação com o mesmo período de 2019, e ainda balanço da entidade feito até o dia 19 de junho.

"Mesmo em meio a um cenário bem adverso decorrente da pandemia, os bancos fizeram relevantes concessões de crédito, na casa de R$ 1,1 trilhão, incluindo operações novas, renovações de dívidas e carências de parcelas vencidas no período", diz o presidente da Febraban, Isaac Sidney.

Entre os dias 16 de março e 19 de junho, os bancos renegociaram 11,3 milhões de contratos com operações em dia, em um total de R$ 80,9 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As operações foram postergadas por um prazo que varia de 60 a 180 dias, dependendo da instituição financeira, em um esforço do setor para tentar mitigar os efeitos esperados na inadimplência por conta da crise.

Leia Também

ROXINHO NÃO VAI ÀS COMPRAS?

Nubank (ROXO34) nega compra bilionária do Monzo após tombo em NY; ações sobem forte no pré-mercado

PANDA BONDS

A operação bilionária da Vale (VALE3) na China: mineradora conta os planos dessa estreia 

A maioria das postergações foi feita junto a pequenas empresas e pessoas físicas, que juntas alcançam R$ 44,5 bilhões.

Enquanto o volume de renegociações continua crescendo, para a concessão de crédito, a tendência é de queda. Na pessoa física, a esperada redução de demanda já se confirma.

Dados do BC sinalizam retração de 8,8% de março a maio ante um ano, para R$ 457,737 bilhões. Já a carteira da pessoa jurídica cresceu 22,0% no período, para R$ 523,458 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A tendência do crédito à pessoa jurídica é declinante, refletindo a desaceleração progressiva da atividade, que deve apresentar o seu vale no segundo trimestre", avalia a Febraban.

Quando comparado o período da pandemia (de 16 de março a 19 de junho deste ano) com o mesmo intervalo de 2019, é identificada uma evolução de 43,4% nas concessões para Pessoa Jurídica no segmento livre (PJ), considerando a média por dia útil para cada período, conforme a Federação.

O aumento reflete, explica a entidade, o expressivo crescimento na demanda por crédito bancário no início da crise, devido às incertezas do cenário econômico, redução das operações no mercado de capitais e o cancelamento de linhas de financiamento externo para o Brasil.

A Febraban ressalta ainda que os dados oficiais do BC mostram que as taxas de juros e os spreads - diferença de quanto um banco paga para captar e o quanto cobra para emprestar - declinaram no País desde o início da pandemia, a despeito das críticas quanto ao aumento do custo do crédito e a dificuldade para acessá-lo por parte de empresas e pessoas físicas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com a entidade, houve redução mesmo com a piora do risco no cenário econômico e a expectativa de 'aumento expressivo' da inadimplência, que já forçaram os bancos a reforçarem seu colchões para possíveis perdas.

A taxa de juros para o conjunto das operações de crédito recuou de 23,1% para 20,4% ao ano. Já o spread médio baixou de 18,6% para 16,4%.

"Estamos preocupados e sensíveis com o momento e continuaremos completamente focados e, mais do que isso, comprometidos para ajudar o País a manter empregos e a preservar as empresas numa crise sem precedentes na história", afirma o presidente da Febraban.

*Com Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
30 de setembro de 2026 - 10:33
Sede do IRB (Re) 29 de setembro de 2026 - 14:11
Logo da Copasa (CSMG3), Companhia de Saneamento de Minas Gerais 29 de setembro de 2026 - 10:21
Escritório do banco BTG Pactual (BPAC11). 29 de setembro de 2026 - 10:00
Ambipar (AMBP3) 28 de setembro de 2026 - 19:34
Tupy 28 de setembro de 2026 - 19:24
Cartão do Nubank em um degrau branco. 28 de setembro de 2026 - 15:51
Em um fundo com a bandeira do Brasil, o logo da WEG aparece em primeiro plano 28 de setembro de 2026 - 15:15
caneta emagrecedora ID da foto:2238129168 28 de setembro de 2026 - 7:54
João Vitor Menin, CEO do Inter. Foto Divulgação 28 de setembro de 2026 - 6:14
Logo bancos nadadores competição 25 de setembro de 2026 - 14:35
25 de setembro de 2026 - 12:51
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar