🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

balanço

Bancos emprestaram R$ 1,1 trilhão desde o início da crise, diz Febraban

Febraban ressalta ainda que os dados oficiais do BC mostram que as taxas de juros e os spreads declinaram no País

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
29 de junho de 2020
11:43 - atualizado às 18:23
Montagem com fachada de agências dos bancos Santander, Itaú, Bradesco e Banco do Brasil
Fachada de agências dos bancos Santander, Itaú, Bradesco e Banco do Brasil - Imagem: Montagem Andrei Morais / Estadão Conteúdo / Shutterstock

Os bancos já emprestaram R$ 1,116 trilhão desde o início da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus no Brasil, mostra balanço da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) publicado nesta segunda-feira (29).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os números consideram os dados oficiais do Banco Central nos meses de março, abril e maio, que somam R$ 981,2 bilhões - alta de 5,4% na comparação com o mesmo período de 2019, e ainda balanço da entidade feito até o dia 19 de junho.

"Mesmo em meio a um cenário bem adverso decorrente da pandemia, os bancos fizeram relevantes concessões de crédito, na casa de R$ 1,1 trilhão, incluindo operações novas, renovações de dívidas e carências de parcelas vencidas no período", diz o presidente da Febraban, Isaac Sidney.

Entre os dias 16 de março e 19 de junho, os bancos renegociaram 11,3 milhões de contratos com operações em dia, em um total de R$ 80,9 bilhões.

As operações foram postergadas por um prazo que varia de 60 a 180 dias, dependendo da instituição financeira, em um esforço do setor para tentar mitigar os efeitos esperados na inadimplência por conta da crise.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A maioria das postergações foi feita junto a pequenas empresas e pessoas físicas, que juntas alcançam R$ 44,5 bilhões.

Leia Também

Enquanto o volume de renegociações continua crescendo, para a concessão de crédito, a tendência é de queda. Na pessoa física, a esperada redução de demanda já se confirma.

Dados do BC sinalizam retração de 8,8% de março a maio ante um ano, para R$ 457,737 bilhões. Já a carteira da pessoa jurídica cresceu 22,0% no período, para R$ 523,458 bilhões.

"A tendência do crédito à pessoa jurídica é declinante, refletindo a desaceleração progressiva da atividade, que deve apresentar o seu vale no segundo trimestre", avalia a Febraban.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quando comparado o período da pandemia (de 16 de março a 19 de junho deste ano) com o mesmo intervalo de 2019, é identificada uma evolução de 43,4% nas concessões para Pessoa Jurídica no segmento livre (PJ), considerando a média por dia útil para cada período, conforme a Federação.

O aumento reflete, explica a entidade, o expressivo crescimento na demanda por crédito bancário no início da crise, devido às incertezas do cenário econômico, redução das operações no mercado de capitais e o cancelamento de linhas de financiamento externo para o Brasil.

A Febraban ressalta ainda que os dados oficiais do BC mostram que as taxas de juros e os spreads - diferença de quanto um banco paga para captar e o quanto cobra para emprestar - declinaram no País desde o início da pandemia, a despeito das críticas quanto ao aumento do custo do crédito e a dificuldade para acessá-lo por parte de empresas e pessoas físicas.

De acordo com a entidade, houve redução mesmo com a piora do risco no cenário econômico e a expectativa de 'aumento expressivo' da inadimplência, que já forçaram os bancos a reforçarem seu colchões para possíveis perdas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A taxa de juros para o conjunto das operações de crédito recuou de 23,1% para 20,4% ao ano. Já o spread médio baixou de 18,6% para 16,4%.

"Estamos preocupados e sensíveis com o momento e continuaremos completamente focados e, mais do que isso, comprometidos para ajudar o País a manter empregos e a preservar as empresas numa crise sem precedentes na história", afirma o presidente da Febraban.

*Com Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
GIGANTE À VISTA

Após compra da Warner, Paramount planeja absorver HBO Max e criar um streaming turbinado

2 de março de 2026 - 16:45

Paramount cogita fundir os dois streamings em um único serviço, mas ainda não há detalhes sobre nome, data de lançamento ou preço

LÍDER NO AGRONEGÓCIO

Empresa centenária aprova venda e pode dar adeus à bolsa em breve; veja quem é e qual valor será pago aos acionistas

2 de março de 2026 - 10:11

Kepler Weber fecha acordo para combinação de negócios com a GPT; veja o que pode acontecer ao acionista de KEPL3

PRESSÃO FINANCEIRA

CSN (CSNA3) corre contra o relógio e negocia empréstimo de até US$ 1,5 bilhão com bancos para quitar dívidas

2 de março de 2026 - 9:40

Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa

MOVIMENTAÇÃO

Raízen Energia aprova cisão parcial de subsidiária e incorpora R$ 1 milhão em reorganização societária

1 de março de 2026 - 14:37

A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica

HORA DE REALIZAR?

Gerdau (GGBR4) já entregou tudo o que tinha para dar? Itaú BBA tira selo de compra — mas revela trunfo fora das contas

28 de fevereiro de 2026 - 16:18

Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação

FUSÃO NO OFFSHORE

Nova gigante à vista? OceanPact (OPCT3) anuncia fusão com CBO e cria potência de serviços marinhos com R$ 13,6 bilhões em contratos

28 de fevereiro de 2026 - 11:17

Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro

MINERAÇÃO

Já deu o que tinha que dar? Descubra o que pode acontecer com a Aura (AURA33) depois de subir mais do que o ouro

27 de fevereiro de 2026 - 19:43

Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas

NOVO PLAYER DE SAÚDE

Bradsaúde na bolsa: quem ganha, quem pode pular fora e o que muda para investidores de Bradesco (BBDC4) e Odontoprev (ODPV3)

27 de fevereiro de 2026 - 17:08

A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída

AINDA ESTÁ BARATA?

Avanço no lucro do 4T25 e salto das ações em 12 meses: ainda vale a pena ter B3 (B3SA3) na carteira?

27 de fevereiro de 2026 - 16:15

As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento

NOVO PESO-PESADO NA B3 

Bradesco (BBDC4) coloca a Bradsaúde no jogo da B3, Odontoprev (ODPV3) reage forte — há espaço para mais um gigante da saúde?

27 de fevereiro de 2026 - 13:22

Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei? 

BALANÇO FRACO

Qualicorp (QUAL3) reverte lucro em prejuízo líquido, e ação cai forte na bolsa; saiba como está a saúde da operadora de planos de saúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:46

Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.

A MAIS-VALIA DO BRADESCO

“É o momento certo de capturar valor”: CEO do Bradesco (BBDC4) revela plano para destravar até R$ 50 bilhões com a Bradsaúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:43

Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço

FIM DA BATALHA

Netflix (NFLX34) abandona a Warner após sangria de US$ 170 bilhões na bolsa — e ações comemoram em disparada

27 de fevereiro de 2026 - 9:03

O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman

NASCE UM GIGANTE

Bradesco (BBDC4) prepara a joia da coroa para a bolsa: vem aí a Bradsaúde no Novo Mercado da B3

27 de fevereiro de 2026 - 7:33

Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa

SURFANDO O RALI

Ibovespa em recorde ajuda a turbinar lucro da B3 (B3SA3); resultado do 4T25 supera expectativas

26 de fevereiro de 2026 - 19:58

Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos

DINHEIRO NO BOLSO DO ACIONISTA

Além dos dividendos: Itaú Unibanco (ITUB4) anuncia R$ 3,85 bilhões em JCP; veja valor por ação e quem tem direito

26 de fevereiro de 2026 - 19:11

Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026

DEPOIS DO RALI

A Vale (VALE3) subiu demais? O vilão que fez o BofA deixar de recomendar a compra das ações e elevar o preço-alvo a R$ 95

26 de fevereiro de 2026 - 17:54

Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações

SINAL VERDE?

Marcopolo (POMO4) surpreende no balanço e ações aceleram na bolsa. Vale comprar ou ficar de fora? Analistas respondem

26 de fevereiro de 2026 - 16:31

Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo

R$ 1,7 BILHÃO BATENDO À PORTA

Por que o Pão de Açúcar está ‘na berlinda’? Qual é a real situação da empresa hoje e o que deu errado nos últimos anos

26 de fevereiro de 2026 - 16:02

Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante

ESQUENTA

Nova ação de saneamento na bolsa? Aegea dá sinais de um possível IPO; veja o que se sabe até agora

26 de fevereiro de 2026 - 13:16

A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar